Especialistas explicam cálculos adotados pelo Brasil e, também, trazem um panorama mundial
Entre os maiores produtores de cana-de-açúcar no mundo, cada qual tem o seu modelo de precificação, geralmente seguindo parâmetros de preço fixo ou com base no valor dos produtos, como o açúcar ou o etanol. Estes modelos foram tema de um dos painéis do Cana Summit, evento realizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana).
No Brasil, maior cultivador da gramínea, o valor repassado aos fornecedores costuma ter como base cálculos do Conselho dos Produtores de Cana-de-açúcar, Açúcar e Etanol (Consecana), que conta com repartições em estados como São Paulo, Paraná, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
O economista do Pecege Consultoria e Projetos, Haroldo Torres explica que diferentes sistemas de precificação da cana no Brasil partem do modelo do Consecana-SP. Entretanto, ele aponta que há outras diferenças regionais que pesam na remuneração dos produtores.
Conteúdo exclusivo para assinantes
Assine o NovaCana para ter acesso completo a todas as notícias, análises e relatórios do setor.
Assine agoraJá é assinante? Entrar