Os contratos futuros do milho negociados nos Estados Unidos fecharam estáveis nesta segunda-feira.
O preço ficou limitado por previsões de maior safra dos EUA e preocupações sobre demanda de produtores de biocombustíveis, depois das notícias da semana passada de que a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) iria recomendar reduzir os mandatos federais de mistura de biocombustíveis.
O milho para dezembro recuou 1,50 centavo de dólar, para US$ 5,3550 por bushel, após atingir a mínima de seis semanas na sessão.
De maneira geral, os futuros dos grãos recuaram bruscamente na semana passada, com preocupações sobre o crescimento da economia mundial e o aumento de infecções por coronavírus pressionando mercados mais amplos. O petróleo e os metais avançaram nesta segunda-feira e os mercados de ações subiram a medida que as preocupações dos investidores, de que o Federal Reserve dos EUA em breve começaria a mudar sua postura monetária acomodatícia, se dissiparam.
“As macros estão tirando o pé da garganta das commodities hoje, exceto milho”, disse o presidente da Global Commodity Analytics, Mike Zuzolo.
Na bolsa brasileira B3, o contrato do milho com vencimento em setembro teve queda de R$ 0,73, ou 0,76%, encerrando o dia a R$ 95,25 por saca de 60 kg. Já o novembro teve uma diminuição de 0,6%, para R$ 95,92 por saca.
Karl Plume, Michael Hogan e Naveen Thukral
Com informações adicionais NovaCana