O indicador Esalq/BM&FBovespa acumula 26 dias úteis consecutivos de queda, operando atualmente no menor patamar nominal desde setembro de 2020
Os preços do milho na região de Campinas (SP), uma das referências para o mercado brasileiro, registra uma sequência diária de baixas desde o final de março, com o clima favorável para as lavouras no Brasil e nos Estados Unidos, segundo análise publicada nesta sexta-feira pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP.
O indicador Esalq/BM&FBovespa acumula 26 dias úteis consecutivos de queda, operando atualmente no menor patamar nominal desde setembro de 2020, disse o Cepea.
Na quinta-feira, o indicador fechou a R$ 62,85 por saca de 60 kg, baixa de 7,2% frente ao mesmo dia da semana passada. Em um ano, a retração é de 28%.
“Nas regiões pesquisadas pelo Cepea, as desvalorizações também foram intensas, com destaque para Mato Grosso e Mato Grosso Sul, onde as quedas superaram os 10% em sete dias”, disse o centro de estudos.
Na média das regiões, as cotações recebidas pelo produtor (mercado de balcão) cederam 5,4%, e as do mercado de lotes (negociações entre empresas), 5,7%.
Roberto Samora