Com a crescente procura por recursos financeiros das usinas de açúcar e etanol, as emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) — uma alternativa às tradicionais linhas de crédito — está passando por forte crescimento.
devem captaram neste mês R$ 774 milhões através da emissão de CRA.
A Raízen, principal companhia produtora de açúcar e álcool do país, foi responsável pela maior oferta pública de CRA já realizada, com valor inicial de R$ 500 milhões, e a usina Vale do Tijuco Açúcar e Álcool, da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA), realizou a captação de R$ 99 milhões.
Após finalizar oficialmente o procedimento de bookbuilding, período de reserva dos papéis pelos investidores interessados, a operação da Raízen deve ter o prospecto definitivo liberado hoje aos investidores. Informações do Valor Econômico dão conta que a demanda pelos títulos superou oferta inicial e totalizou a captação limite, de R$ 675 milhões. Os recebíveis serão lastreados por duas cédulas de produto rural financeira (CPRF), emitidas pela Raízen Energia com um aval do braço de distribuição, a Raízen Combustíveis.
Mas não necessariamente vai ter dinheiro para todo mundo uritizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhia
Já a Vale do Tijuco finalizou a captação de R$ 99 milhões, com a publicação do anúncio de encerramento da oferta. O valor ficou abaixo dos R$ 150 milhões esperados pela usina mineira. Os títulos são lastreados em Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio emitidos pela CMAA.
As operações tem como securitizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhias do setor, a goiana Jalles Machado, que captou R$ 41,5 milhões no início deste ano, e o grupo paulista Nardini, que obteve R$ 120 milhões no final de 2013. Somadas, as quatro emissões de CRA do setor realizadas pela Gaia totalizam R$ 935,5 milhões.
Nos últimos meses o volume das operações – para o setor canavieiro e outros ramos do agronegócio – teve um grande crescimento, segundo o diretor da Gaia Agro, Joao Paulo Pacífico. “Este tem sido uns dos anos mais fortes. Neste segundo semestre, que é uma coisa que impressiona muito, vai dar quase R$ 1 bilhão e não saímos com duas [emissões] paralelas para não competirem [entre si], mas é uma atrás da outra e estamos tratando de operações já para o ano que vem”, relatou.
Pacífico aponta três principais motivos para a captação de recursos através de recebíveis do agronegócio, o primeiro é o alongamento da dívida, que pode chegar a até cinco anos. Depois a possibilidade de uma fonte alternativa e da diversificação da dívida. Com a crise do setor, as usinas estão com dificuldade de acesso às fontes convencionais de crédito, já que os bancos estão “fechando a torneira” para certas operações.

O terceiro motivador é a exposição positiva para a imagem da empresaque se torna mais conhecida dos investidores. “Quando se faz uma primeira operação dessas se ganha uma exposição grande no mercado. Se algum dia a companhia quiser abrir o capital ou fazer outra captação é positivo ter essa exposição”, explica Pacífico.
No caso de grandes empresas o barateamento do custo da operação também seria relevante, no entanto, não é em todos os casos que se obtém essa vantagem. Já para os investidores o atrativo está na isenção de imposto de renda concedida pelo governo aos investidores pessoas físicas.
O executivo da Gaia Agro afirma que, apesar da demanda das usinas pelos CRA estar crescendo muito, 2015 deve ser um ano de estabilidade, com a consolidação dessas operações como alternativa de captação para o setor, e sem espaço para um
Nosso negócio é casar demanda de dinheiro com oferta de dinheiro. Muita usina quer, mas não necessariamente vai ter dinheiro para todo mundo, ressalva.
Inicialmente a Raízen ofereceu R$ 500 milhões em CRA, acrescidos em 20% e com lote suplementar de 15% sobre o valor originalmente ofertado, totalizando R$ 675 milhões.
A oferta foi avaliada pela agência de classificação de risco Moody’s, com ratings provisórios ‘Aaa.br’, a melhor avaliação na escala nacional. Na escala global, moeda local a nota é ‘Baa3’ que, segundo a agência, reflete os bons indicadores de crédito e o posicionamento sólido da empresa nos negócios de produção e exploração e distribuição no Brasil.
A oferta feita em duas séries, uma com remuneração relacionada ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e vencimento em dezembro de 2021 e outra série atrelada à variação da taxa DI (Depósito interfinanceiro) e prazo até d
O prospecto da oferta afirma que o destino dos recursos captados “será a utilização nas atividades da Raízen relacionadas exclusivamente ao agronegócio, no curso ordinário dos seus negócios”. O que compreende as operações, investimentos e necessidades de financiamento relacionadas com a produção, comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos ou insumos agropecuários ou de máquinas e implementos utilizados na atividade agropecuária.
Avaliando que os próximos 12 meses vão ser muito sofridos para o setor, o executivo da Gaia acredita em operações selecionadas.
O coordenador líder da oferta é o Banco Itaú BBA, com atuação também do Citibank e do J.P. Morgan.
A oferta da Vale do Tijuco foi coordenada pelo Banco do Brasil Investimentos e Itaú BBA, com remuneração equivalente a 100% da Taxa DI, acrescida de spread de, no máximo, 3% ao ano.
Os detalhes das operações podem ser acessados no prospecto definitivo da Vale Tijuco e no prospecto preliminar da Raízen.

As operações tem como securitizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhias do setor, a goiana Jalles Machado, que captou R$ 41,5 milhões no início deste ano, e o grupo paulista Nardini, que obteve R$ 120 milhões no final de 2013. Somadas, as quatro emissões de CRA do setor realizadas pela Gaia totalizam R$ 935,5 milhões.
Nos últimos meses o volume das operações – para o setor canavieiro e outros ramos do agronegócio – teve um grande crescimento, segundo o diretor da Gaia Agro, Joao Paulo Pacífico. “Este tem sido uns dos anos mais fortes. Neste segundo semestre, que é uma coisa que impressiona muito, vai dar quase R$ 1 bilhão e não saímos com duas [emissões] paralelas para não competirem [entre si], mas é uma atrás da outra e estamos tratando de operações já para o ano que vem”, relatou.
Pacífico aponta três principais motivos para a captação de recursos através de recebíveis do agronegócio, o primeiro é o alongamento da dívida, que pode chegar a até cinco anos. Depois a possibilidade de uma fonte alternativa e da diversificação da dívida. Com a crise do setor, as usinas estão com dificuldade de acesso às fontes convencionais de crédito, já que os bancos estão “fechando a torneira” para certas operações.
As operações tem como securitizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhias do setor, a goiana Jalles Machado, que captou R$ 41,5 milhões no início deste ano, e o grupo paulista Nardini, que obteve R$ 120 milhões no final de 2013. Somadas, as quatro emissões de CRA do setor realizadas pela Gaia totalizam R$ 935,5 milhões.
Nos últimos meses o volume das operações – para o setor canavieiro e outros ramos do agronegócio – teve um grande crescimento, segundo o diretor da Gaia Agro, Joao Paulo Pacífico. “Este tem sido uns dos anos mais fortes. Neste segundo semestre, que é uma coisa que impressiona muito, vai dar quase R$ 1 bilhão e não saímos com duas [emissões] paralelas para não competirem [entre si], mas é uma atrás da outra e estamos tratando de operações já para o ano que vem”, relatou.
Pacífico aponta três principais motivos para a captação de recursos através de recebíveis do agronegócio, o primeiro é o alongamento da dívida, que pode chegar a até cinco anos. Depois a possibilidade de uma fonte alternativa e da diversificação da dívida. Com a crise do setor, as usinas estão com dificuldade de acesso às fontes convencionais de crédito, já que os bancos estão “fechando a torneira” para certas operações.
As operações tem como securitizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhias do setor, a goiana Jalles Machado, que captou R$ 41,5 milhões no início deste ano, e o grupo paulista Nardini, que obteve R$ 120 milhões no final de 2013. Somadas, as quatro emissões de CRA do setor realizadas pela Gaia totalizam R$ 935,5 milhões.
Nos últimos meses o volume das operações – para o setor canavieiro e outros ramos do agronegócio – teve um grande crescimento, segundo o diretor da Gaia Agro, Joao Paulo Pacífico. “Este tem sido uns dos anos mais fortes. Neste segundo semestre, que é uma coisa que impressiona muito, vai dar quase R$ 1 bilhão e não saímos com duas [emissões] paralelas para não competirem [entre si], mas é uma atrás da outra e estamos tratando de operações já para o ano que vem”, relatou.
Mas não necessariamente vai ter dinheiro para todo mundo
Pacífico aponta três principais motivos para a captação de recursos através de recebíveis do agronegócio, o primeiro é o alongamento da dívida, que pode chegar a até cinco anos. Depois a possibilidade de uma fonte alternativa e da diversificação da dívida. Com a crise do setor, as usinas estão com dificuldade de acesso às fontes convencionais de crédito, já que os bancos estão “fechando a torneira” para certas operações.
As operações tem como securitizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhias do setor, a goiana Jalles Machado, que captou R$ 41,5 milhões no início deste ano, e o grupo paulista Nardini, que obteve R$ 120 milhões no final de 2013. Somadas, as quatro emissões de CRA do setor realizadas pela Gaia totalizam R$ 935,5 milhões.
Nos últimos meses o volume das operações – para o setor canavieiro e outros ramos do agronegócio – teve um grande crescimento, segundo o diretor da Gaia Agro, Joao Paulo Pacífico. “Este tem sido uns dos anos mais fortes. Neste segundo semestre, que é uma coisa que impressiona muito, vai dar quase R$ 1 bilhão e não saímos com duas [emissões] paralelas para não competirem [entre si], mas é uma atrás da outra e estamos tratando de operações já para o ano que vem”, relatou.
Mas não necessariamente vai ter dinheiro para todo mundo
Pacífico aponta três principais motivos para a captação de recursos através de recebíveis do agronegócio, o primeiro é o alongamento da dívida, que pode chegar a até cinco anos. Depois a possibilidade de uma fonte alternativa e da diversificação da dívida. Com a crise do setor, as usinas estão com dificuldade de acesso às fontes convencionais de crédito, já que os bancos estão “fechando a torneira” para certas operações.
As operações tem como securitizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhias do setor, a goiana Jalles Machado, que captou R$ 41,5 milhões no início deste ano, e o grupo paulista Nardini, que obteve R$ 120 milhões no final de 2013. Somadas, as quatro emissões de CRA do setor realizadas pela Gaia totalizam R$ 935,5 milhões.
Nos últimos meses o volume das operações – para o setor canavieiro e outros ramos do agronegócio – teve um grande crescimento, segundo o diretor da Gaia Agro, Joao Paulo Pacífico. “Este tem sido uns dos anos mais fortes. Neste segundo semestre, que é uma coisa que impressiona muito, vai dar quase R$ 1 bilhão e não saímos com duas [emissões] paralelas para não competirem [entre si], mas é uma atrás da outra e estamos tratando de operações já para o ano que vem”, relatou.
Pacífico aponta três principais motivos para a captação de recursos através de recebíveis do agronegócio, o primeiro é o alongamento da dívida, que pode chegar a até cinco anos. Depois a possibilidade de uma fonte alternativa e da diversificação da dívida. Com a crise do setor, as usinas estão com dificuldade de acesso às fontes convencionais de crédito, já que os bancos estão “fechando a torneira” para certas operações.
As operações tem como securitizadora a Gaia Agro, empresa que já fez a distribuição de CRA para outras duas companhias do setor, a goiana Jalles Machado, que captou R$ 41,5 milhões no início deste ano, e o grupo paulista Nardini, que obteve R$ 120 milhões no final de 2013. Somadas, as quatro emissões de CRA do setor realizadas pela Gaia totalizam R$ 935,5 milhões.
Mas não necessariamente vai ter dinheiro para todo mundo
Nos últimos meses o volume das operações – para o setor canavieiro e outros ramos do agronegócio – teve um grande crescimento, segundo o diretor da Gaia Agro, Joao Paulo Pacífico. “Este tem sido uns dos anos mais fortes. Neste segundo semestre, que é uma coisa que impressiona muito, vai dar quase R$ 1 bilhão e não saímos com duas [emissões] paralelas para não competirem [entre si], mas é uma atrás da outra e estamos tratando de operações já para o ano que vem”, relatou.
Pacífico aponta três principais motivos para a captação de recursos através de recebíveis do agronegócio, o primeiro é o alongamento da dívida, que pode chegar a até cinco anos. Depois a possibilidade de uma fonte alternativa e da diversificação da dívida. Com a crise do setor, as usinas estão com dificuldade de acesso às fontes convencionais de crédito, já que os bancos estão “fechando a torneira” para certas operações.
Inicialmente a Raízen ofereceu R$ 500 milhões em CRA, acrescidos em 20% e com lote suplementar de 15% sobre o valor originalmente ofertado, totalizando R$ 675 milhões.
A oferta foi avaliada pela agência de classificação de risco Moody’s, com ratings provisórios ‘Aaa.br’, a melhor avaliação na escala nacional. Na escala global, moeda local a nota é ‘Baa3’ que, segundo a agência, reflete os bons indicadores de crédito e o posicionamento sólido da empresa nos negócios de produção e exploração e distribuição no Brasil.
A oferta feita em duas séries, uma com remuneração relacionada ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e vencimento em dezembro de 2021 e outra série atrelada à variação da taxa DI (Depósito interfinanceiro) e prazo até d
A oferta foi avaliada pela agência de classificação de risco Moody’s, com ratings provisórios ‘Aaa.br’, a melhor avaliação na escala nacional. Na escala global, moeda local a nota é ‘Baa3’ que, segundo a agência, reflete os bons indicadores de crédito e o posicionamento sólido da empresa nos negócios de produção e exploração e distribuição no Brasil.
A oferta feita em duas séries, uma com remuneração relacionada ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e vencimento em dezembro de 2021 e outra série atrelada à variação da taxa DI (Depósito interfinanceiro) e prazo até d
A oferta foi avaliada pela agência de classificação de risco Moody’s, com ratings provisórios ‘Aaa.br’, a melhor avaliação na escala nacional. Na escala global, moeda local a nota é ‘Baa3’ que, segundo a agência, reflete os bons indicadores de crédito e o posicionamento sólido da empresa nos negócios de produção e exploração e distribuição no Brasil.
A oferta feita em duas séries, uma com remuneração relacionada ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e vencimento em dezembro de 2021 e outra série atrelada à variação da taxa DI (Depósito interfinanceiro) e prazo até d
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