Indo além da implementação do E30 e da queda nos preços internacionais do açúcar, o mix de produção das usinas de cana-de-açúcar também precisa considerar a alta na produção do biocombustível de cereais. O analista de mercado da StoneX compartilhou suas visões sobre este cenário com o NovaCana
Implementação do E30, queda nos preços internacionais do açúcar e alta na produção do biocombustível a partir de cereais. O analista de mercado da StoneX conversou com o NovaCana a respeito deste contexto e trouxe sua visão sobre o que pode acontecer daqui para frente
O mercado de etanol do Brasil está passando por grandes movimentações. Isso inclui a ascensão de matérias-primas alternativas, como o milho, o sorgo e o trigo, e novas políticas públicas voltadas para os biocombustíveis.
Uma das mudanças mais recentes foi a aprovação do aumento da mistura para 30% de etanol anidro na gasolina (E30), que entrará em vigor no início de agosto. A nova política deve mexer na dinâmica de consumo de combustíveis do ciclo Otto. Para a StoneX, apesar do aumento previsto de 1,6% na demanda anual, o hidratado deve perder participação de mercado.
Para falar sobre o cenário atual do biocombustível, o analista de mercado da StoneX, Marcelo Di Bonifácio Filho, estará presente oitava edição da Conferência NovaCana. O evento acontecerá nos dias 15 e 16 de setembro, em São Paulo (SP).
Ele será um dos palestrantes do painel “O futuro do etanol no Brasil: desafios, oportunidades e a ascensão do etanol de cereais”, juntamente com o CEO da Evolua Etanol, Pedro Paranhos; o diretor da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Bruno Alves; e o analista de equity do BTG Pactual, Thiago Duarte.
Graduado em ciências econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Bonifácio Filho trabalha desde 2021 na inteligência de mercado da StoneX, atuando na análise dos mercados de açúcar e etanol.
Confira a programação completa da Conferência NovaCana, e garanta a sua presença.
Ele conversou com o NovaCana a respeito dos principais tópicos que devem ser abordados no evento. A seguir, leia a entrevista completa.
As usinas têm priorizado o açúcar nas últimas safras devido ao bom momento de mercado, mas o adoçante está registrando baixas nos preços, aproximando-se do custo de produção. Você acredita que esse movimento é forte o bastante para que as usinas brasileiras voltem a priorizar a fabricação de etanol ainda nesta safra?
De forma curta e breve, a resposta é: sim. Mas, como em qualquer produto, existe um atraso nessa questão de preço, oferta e demanda. A safra está em andamento e, nas divulgações da Unica [União das Indústrias de Cana-de-açúcar e Bioenergia], vemos que o mix açucareiro ainda está bem elevado. Isso deve continuar acontecendo nesta temporada porque muitas usinas estão com a exportação de açúcar fixada. Ainda assim, não são todas. Sobraram algumas unidades que não fixaram volumes até o contrato de julho, que já venceu, e isso é algo atípico.
A fixação do preço para a exportação de açúcar está caindo?
Normalmente, nesse período da safra, a grande maioria das usinas já não precisa fixar mais volume. O que estamos vendo não é um montante tão significativo a ponto de ocorrer uma reversão abrupta do mix no meio da safra. Há, por exemplo, usinas do Centro-Oeste – que estão mais distantes do porto – que planejavam exportar açúcar e ainda têm margem para flexibilização; elas podem virar o mix para o etanol nos próximos meses. Nesses estados, existia uma competitividade aberta para o etanol, favorecendo o biocombustível frente ao açúcar para exportação, principalmente no caso do anidro. Hoje, com os preços da commodity caindo e, ainda, com a perspectiva de valorização do real frente ao dólar, existe espaço também para usinas de São Paulo aumentarem o mix para fabricação de etanol, se o biocombustível pagar mais que o açúcar. No curto prazo, é um espaço limitado e o volume incerto; seria o montante que não foi fixado ainda e que a usina pode transformar em etanol.
E como fica esse cenário para a próxima temporada?
Ainda é muito cedo para falar sobre 2026/27. A StoneX costuma publicar a primeira estimativa da safra em setembro. Porém, é possível dizer que teremos um mix de etanol um pouquinho maior no ano que vem. Não vamos travar que vai ser bem maior, mas isso é possível por conta de preços, pois a tendência é de um açúcar enfraquecido e um etanol fortalecido.
Esse movimento nos preços já pode ser percebido?
O biocombustível caiu no começo de junho, mas já voltou a subir na segunda quinzena. Essa reversão aconteceu por alguns motivos, mas o principal foi o anúncio do aumento da mistura [de etanol à gasolina], que não somente eleva a demanda por anidro, mas também desvia a produção do hidratado para o anidro. Então, o que vimos nesta segunda metade de junho foi que as usinas estão antecipando esse movimento, e é algo que deve fortalecer os preços do etanol. Daqui até setembro, poderemos ver uma queda por conta de oferta, mas a verdade é que o ano de 2025 tem uma perspectiva de valorização do etanol. A tendência é que, até o final do ano, o etanol esteja um pouco mais caro em virtude de uma relação de preços ainda favorável ao consumo nas bombas, uma moagem menor e um mix açucareiro maior.
“A oferta de etanol deve diminuir e o biocombustível de milho não vai ser suficiente para suprir [a queda na produção das usinas de cana]”, Marcelo Di Bonifácio Filho (StoneX)
E para os próximos anos, como fica essa divisão entre açúcar e etanol?
O Centro-Sul, como um todo, investiu muito na produção de açúcar nos últimos anos, desde as altas substanciais nos preços vistas em 2022 e 2023. Por outro lado, agora que a maior capacidade está aí, os valores não são mais os mesmos. Na verdade, eles estão mais de mil pontos abaixo, ou 10 centavos de dólar por libra-peso a menos, do que víamos em 2023. Isso vai ser uma questão porque as usinas precisam pagar esse investimento. A StoneX não tem um levantamento oficial, mas ouvíamos do setor que, em um horizonte de cinco anos pensado a partir de 2022, seriam adicionadas 5 milhões de toneladas de capacidade. Com o açúcar pagando menos, isso é ruim porque as usinas vão ter um produto mais barato. Mas, ao mesmo tempo, quanto mais flexibilidade as usinas tiverem – principalmente nessas regiões de fronteiras, como o Centro-Oeste – é melhor. Afinal, quando o etanol estiver mais barato, elas vão poder se voltar para o açúcar.
Mesmo assim, por ora, a perspectiva é de um etanol mais caro.
O fato é que, a partir do ano que vem, devemos ter discussões crescentes de um mix mais voltado para o etanol – ou, pelo menos, não tão açucareiro. Quando os preços estavam mais elevados, o que se falava era que o mix açucareiro do Centro-Sul teria um crescimento ano a ano. Agora, talvez seja dado um passo para trás nessa discussão. Também vamos voltar a falar do impacto do etanol de milho. Até então, a relação entre o etanol e o açúcar estava muito esquecida, mas agora teremos uma discussão maior sobre o papel das usinas de cana como um todo. Em 2026, talvez até 2027, poderemos ter um etanol valendo mais do que o açúcar, pelo menos em algumas regiões.
Ainda pensando no E30 e na possibilidade de incentivo ao uso da gasolina, como ficariam os preços, entre anidro e hidratado?
O setor fala muito do prêmio do anidro, de quanto ele está pagando a mais ante o hidratado. Teoricamente, com esse crescimento de demanda, as distribuidoras vão pagar um prêmio maior pelo anidro. Tem esse primeiro fator, que é algo mais estrutural. Essas altas das últimas semanas vieram dessas expectativas quanto a aprovação da mistura. Além disso, o mês de junho foi um dos mais chuvosos dos últimos anos, o que também é algo interessante de observar porque temos tido um clima muito instável no Centro-Sul. Mas, tirando esse fator, certamente a mistura em si traz um sentimento altista para o mercado. Quando pensamos na mudança a partir de agosto, haverá um aumento de 760 milhões de litros de demanda por anidro só em 2025, então, as usinas já têm um poder de barganha inicial para pedir preços melhores para os dois produtos. [O anidro e o hidratado] têm sua relação em termos produtivos e de preço.
“Com o etanol hidratado mais caro, algumas regiões podem ver uma demanda um pouco menor do que a esperada nas bombas, principalmente no último trimestre do ano”, Marcelo Di Bonifácio Filho (StoneX)
Você mencionou brevemente a questão climática. Pode falar um pouco mais sobre isso?
Choveu muito entre outubro e dezembro. Depois, o período de janeiro a março foi um dos piores trimestres, seguido por chuva em abril e junho de novo. É algo que atrapalha o aspecto operacional das usinas e pode ser que isso tenha afetado os preços também em junho, com algum atraso em torno de oferta de etanol. Algumas unidades até aproveitaram a pausa de alguns dias na colheita para adiar a venda de etanol e evitar preços menores.
O etanol de milho registrou um aumento significativo em volume de produção nessa última década, alcançando 8,2 bilhões de litros na temporada passada, segundo a Unica. Ainda assim, você trouxe que este volume não deve ser o bastante para evitar uma queda na disponibilidade total em 2025/26. Esse cenário poderá mudar em curto prazo?
Com certeza. É um fator que que vai ser determinante porque a mudança de mix das usinas é limitada. Então, quanto maior for o crescimento de etanol de milho neste ano, menor vai ser a preocupação com o abastecimento de anidro em 2026. [O etanol de milho] está cada vez mais relevante, principalmente com esse aumento de demanda que, em termos anuais, pode chegar a 1,4 bilhão de litros de etanol. Só em 2025, com os projetos que estão em construção e mais as usinas que estão só esperando a aprovação junto à ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis], essas unidades podem adicionar uma capacidade de entre 500 milhões a 1 bilhão de litros. Claro que tem adiamentos, mas o etanol de milho pode absorver a demanda de 1 bilhão de litros extras de anidro. Para o ano que vem, pelos meus cálculos, serão mais de 4 bilhões de litros de capacidade, entre projetos e anúncios feitos pelo mercado. Nos próximos dois ou três anos, no Centro-Sul, seriam pouco menos de 3 bilhões de litros; e, no Norte-Nordeste, 1,5 bilhão de litros.
“Se o mercado [de etanol de milho] operar em sua plena capacidade, como vemos atualmente, ele pode mais do que suprir o de cana” Marcelo Di Bonifácio Filho (StoneX)
Inclusive, vimos algumas notícias sobre como a mistura de anidro vai ser cumprida pelo etanol de milho e, sim, isso é verdade. Mas temos que olhar por vários ângulos e um deles é se as usinas vão conseguir operar em plena capacidade. Pensando em um mercado que tinha 20 usinas, operar todos os dias do ano, com milho à vontade, é algo que faz todo o sentido. O Brasil tem um excedente exportável de milho absurdo. As usinas de etanol de milho têm uma governança institucional muito efetiva, as grandes plantas operam com estoque de um ano de antecedência. Mas, agora, o mercado já está com 30 unidades. E quando chegar a 60? E chegaremos a 60 usinas de etanol de milho nos próximos três anos. É preciso refletir sobre como vai ser esse mercado, se vai ser um mercado capaz de operar em plena capacidade. Também precisamos observar, principalmente, como vai ser a operação no Nordeste – a usina em Balsas (MA) traz uma nova conjuntura para o setor.
Ainda falando de etanol de milho, a Datagro afirmou que as margens para o biocombustível produzido com o grão serão mais robustas, podendo alcançar entre 19% e 34,7% na temporada. Você acha que esse contexto poderá inflar os investimentos no etanol de milho, ou é um movimento mais sazonal e que pode mudar?
Nos últimos anos, as margens têm subido bastante. O que se tem visto é que as usinas de etanol de milho têm uma vantagem excepcional em comparação com as de cana. Em primeiro lugar, tem essa questão de que as usinas bem estruturadas trabalham com estoques super adiantados – às vezes, até de um ano. Além disso, elas têm dois coprodutos, o DDG [grãos secos de destilaria] e o óleo de milho. No caso do DDG, há uma vantagem muito significativa porque os preços tendem a subir junto com os do milho, então, compensa do lado da receita. Outro ponto é que a demanda por combustíveis deve continuar tendo crescimento nos próximos anos. Se ele vai ser pequeno ou grande, vai depender de muitas coisas, mas é um mercado que tem uma tendência de crescimento ano a ano.
Mas não há um limite?
Só o mapeamento da ANP traz 16 novas usinas [de milho] em construção e duas de trigo. É um mercado que já tem muitos players envolvidos e isso traz uma limitação para novas entradas. As empresas que estão há mais tempo, como FS e Inpasa, vão crescendo e dificilmente vão perder certas vantagens do setor de etanol, que tem suas dificuldades. É um mercado que depende muito de regulações e de políticas públicas; a própria questão da mistura foi um processo demorado. As margens melhores podem atrair investimentos e eu imagino que o Norte-Nordeste vai chamar um pouco mais de atenção daqui para frente porque, em longo prazo, são áreas que têm um potencial de crescimento. O Centro-Sul tem um limite de crescimento natural. Então, existem polos ainda não explorados no Brasil para esse mercado. Além disso, também existem produtos alternativos ao etanol, como o SAF [combustível sustentável de aviação], que pode ser um atrativo para uma segunda rodada de investimentos no setor, desde a ampliação de unidades ou até a construção.
No futuro, os anúncios de investimentos em plantas existentes devem ficar mais comuns que os de novas unidades?
A ampliação de uma fábrica de etanol, na maioria das vezes, tem uma facilidade operacional, porque a usina tem módulos. É mais fácil levantar um segundo ou terceiro módulo de uma planta que já está pronta. Estou fazendo um exercício, acho que é preciso considerar que as margens estão melhores, mas isso não necessariamente atrai investimento porque já tem muitos ocorrendo. Um investidor que quer abrir uma nova usina no Mato Grosso sabe que têm bastantes empresas por ali; e é difícil fazer um investimento em um mercado competitivo. Então, isso vai variar bastante. Além do Nordeste, o Sul também tem atraído olhares – há um investimento de etanol de trigo, em Passo Fundo (RS). Também é uma região em que o etanol não é um mercado muito grande.
Como você comentou, outros cereais – como o trigo – estão sendo opções para a produção de etanol. Como as novas matérias-primas conversam com a cana-de-açúcar, que ainda representa a maior parcela produtiva do país?
Acho que o mais interessante para isso é a localização dessa matéria-prima. A cana está em São Paulo; tem outras regiões importantes, mas é quase 70% da área no estado paulista. O milho está no Centro-Oeste e em partes do Matopiba [Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia]. E o trigo está na região Sul. Essas matérias-primas desconversam em termos de eficiência agrícola. Se você for plantar cana-de-açúcar no norte do Mato Grosso, não vai ser a mesma coisa que em São Paulo. Isso é importante porque cria os polos produtivos. A sinergia entre as matérias-primas surge na harmonização do mercado. Hoje, há uma curva de preço muito clara e sazonal, em que os valores de etanol caem na safra de cana e sobem entressafra. Isso pode se perder e pode ser desinteressante para as usinas de cana. Elas precisam aprender a participar desse mercado diferente, com a competição de um etanol que vem do Centro-Oeste.
“As usinas de matérias-primas que não são tradicionais, como o trigo e o milho, estão lidando com um mercado super tradicional. Mas cada um desses setores pode agregar dentro dos seus negócios” Marcelo Di Bonifácio Filho (StoneX)
Ainda são duas formas muito distintas de produção de etanol, com um modelo novo e o outro já consolidado.
O etanol de grãos está trazendo uma nova realidade e as usinas de cana vão ter que lidar com isso. As estratégias de segurar os estoques ou não, de métodos de comercialização, e outras vão mudar. Eu até me questiono quando vai entrar a questão dos mercados futuros de etanol no Brasil – a B3 tem essa modalidade, mas ainda tem pouca atratividade. O etanol tem pouquíssima liquidez na bolsa, então, por que não repensar esses instrumentos que o mercado tem? Quanto mais forças unidas, melhor para termos um mercado que vai continuar competitivo. Como mencionei, vai ser interessante olhar para como vai ser a conversa entre um setor novo com um setor tão tradicional, vendendo o mesmo produto. No geral, terá diferenças regionais, que não vão ser superadas, e o mercado vai ter que lidar.
Você mencionou a localização da matéria-prima. Isso também influencia na questão da exploração de diferentes mercados?
As questões logísticas são oportunidades para crescimento, por exemplo, de malha ferroviária. Temos visto parcerias das empresas etanol de milho com o setor ferroviário e isso é muito importante para a economia como um todo, traz desenvolvimento para diversas regiões. Mas eu acho que todas as usinas estão no mesmo barco. Todos os participantes do mercado têm como agregar nessa nova realidade que vem se prometendo. Faz um tempo que estamos falando sobre essas mudanças estruturais que podem vir, mas elas parecem caminhar lentamente. Não tenho dúvidas de que são setores que vão se conversar muito bem, mesmo sendo realmente muito diferentes.
Voltando a falar dos coprodutos de etanol de milho, a China recentemente abriu mercado para comprar DDG brasileiro. Você acredita que este produto pode ser uma oportunidade para exportação?
A demanda por exportação tem crescido bastante. O DDG tem algumas limitações, não pode ser usado para todos os rebanhos. Para alguns tipos de animais, ele é um complemento; para outros, você pode até substituir o milho quase que totalmente. Quando o mercado estiver cada vez mais estruturado, com uma ampla oferta de DDG, teremos muitas compradoras que vão desviar uma demanda de milho para o DDG. Isso é importante porque, com o passar dos anos, a demanda de milho vai aumentar para a produção de etanol. Não serão todas as empresas vão substituir o milho pelo DDG, mas, talvez, parte importante da demanda por milho para ração pode ser desviada para DDG e outros produtos. Outro ponto é que o Brasil tem visto uma oportunidade de exportação porque tem sobrado bastante DDG da produção de etanol. A oferta tem sido muito robusta e tem mexido bastante com a precificação. O DDG passou por um momento de bastante desconto nas praças, com muita oferta, e o mercado exportador é excelente porque ele vai entrar nesses momentos, suprindo essa oferta abundante.
Você pode comentar a respeito do cenário de compra atual, considerando o mercado interno e externo?
Desde 2023, com a abundância das usinas e uma melhor estruturação do mercado – e, também, pela sua correlação com o preço do farelo –, temos visto o valor do DDG em uma tendência forte de queda. No momento, o mercado está menos aquecido do que no passado, justamente por conta dessa abundância das usinas de etanol de milho. Mas o mercado exportador é uma oportunidade excelente, principalmente porque a China já é um parceiro de longa data do Brasil no agronegócio. Para o longo prazo, vejo que o DDG pode ter um espaço cada vez maior na ração animal, o que eu acho muito importante.
Análises e debates a respeito do momento atual do mercado de etanol brasileiro serão vistas na Conferência NovaCana 2025. Confira a programação completa no site do evento.
Giully Regina – NovaCana