Ao todo, as usinas da região Norte-Nordeste poderão enviar 174,78 mil toneladas até setembro
O Brasil recebeu sua primeira cota adicional para exportação de açúcar aos Estados Unidos na temporada 2021/22. A portaria com o rateio entre as usinas do Norte-Nordeste foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira, 6, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A publicação lista as 37 usinas a serem beneficiadas e o volume atribuído a cada uma delas, totalizando 35,5 mil toneladas. A divisão do montante segue regras previamente estabelecidas pelo ministério. A iniciativa é uma forma de levar mais previsibilidade para os produtores da região.
Este novo volume será somado às 139,27 mil toneladas já estabelecidas no ano passado, quando o Mapa dividiu a cota preferencial de adoçante que viajaria do Norte-Nordeste até os EUA. O despacho é referente ao período entre outubro de 2021 e setembro de 2022.
Sendo assim, até agora, as sucroenergéticas da região poderão enviar até 174,78 mil toneladas para o país norte-americano com tarifas reduzidas.
Alagoas será responsável por 46% do total, com 80,41 mil toneladas no somatório das duas cotas já definidas. Em seguida, Pernambuco atenderá 29,6%, somando 51,68 mil de toneladas.
Também participam do rateio os estados de Rio Grande do Norte (10,28 mil t); Paraíba (8,09 mil t); Sergipe (6,96 mil t); Bahia (7,94 mil t); Piauí (4,84 mil t); Pará (3,01 mil t); Maranhão (887,21 t); e Amazonas (648,74 t).
A relação de usinas participantes e o volume atribuído a cada uma delas estão disponíveis no texto completo (exclusivo para assinantes NovaCana).
O Brasil recebeu sua primeira cota adicional para exportação de açúcar aos Estados Unidos na temporada 2021/22. A portaria com o rateio entre as usinas do Norte-Nordeste foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira, 6, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A publicação lista as 37 usinas a serem beneficiadas e o volume atribuído a cada uma delas, totalizando 35,5 mil toneladas. A divisão do montante segue regras previamente estabelecidas pelo ministério. A iniciativa é uma forma de levar mais previsibilidade para os produtores da região.
Este novo volume será somado às 139,27 mil toneladas já estabelecidas no ano passado, quando o Mapa dividiu a cota preferencial de adoçante que viajaria do Norte-Nordeste até os EUA. O despacho é referente ao período entre outubro de 2021 e setembro de 2022.
Sendo assim, até agora, as sucroenergéticas da região poderão enviar até 174,78 mil toneladas para o país norte-americano com tarifas reduzidas.
Alagoas será responsável por 46% do total, com 80,41 mil toneladas no somatório das duas cotas já definidas. Em seguida, Pernambuco atenderá 29,6%, somando 51,68 mil de toneladas.
Também participam do rateio os estados de Rio Grande do Norte (10,28 mil t); Paraíba (8,09 mil t); Sergipe (6,96 mil t); Bahia (7,94 mil t); Piauí (4,84 mil t); Pará (3,01 mil t); Maranhão (887,21 t); e Amazonas (648,74 t).

As duas cotas seguem as normas e padrões já definidos pelo Mapa. A divisão de produção é feita a partir da participação de cada usina na safra anterior, de acordo com os valores enviados pelos próprios produtores pelo Sistema de Acompanhamento da Produção Canavieira (SAPCana).
Desta forma, as usinas Coruripe, Central Olho D’água e Caeté devem ser as principais exportadoras do ano, com 13,97 mil, 9,64 mil, e 8,88 mil toneladas, respectivamente.
Entre as 15 principais usinas da região para enviar açúcar aos Estados Unidos, oito são de Alagoas e quatro de Pernambuco. Em seguida Bahia, Rio Grande do Norte e Sergipe contam com uma representante cada.

Na temporada 2020/21 (outubro a setembro), foram exportadas 201,69 mil toneladas do adoçante produzido na região com destino aos portos estadunidenses. No mesmo período, contando com os estados da região Centro-Sul, o total de açúcar enviado aos EUA chegou a 415,45 mil toneladas.
Cotas adicionais
Apesar de definir anualmente qual será a cota de exportação de açúcar para cada safra, o governo dos Estados Unidos, a fim de manter um equilíbrio entre a oferta e demanda, pode definir volumes adicionais do adoçante, considerando condições tributárias especiais. Quando isso acontece, são criadas cotas adicionais a serem divididas entre os principais produtores da commodity, entre eles o Brasil.
Durante a safra 2020/21 foram criadas três cotas adicionais além da preferencial, totalizando 177,09 mil toneladas – um aumento de 22,6% ante o acordo inicial.
Até agora, com entre a preferencial e a primeira adicional, houve um incremento de 25,5% no total de açúcar brasileiro a ser exportado. Mas, até próximo de setembro, o país norte-americano poderá liberar novas cotas para as usinas do Norte-Nordeste.
Giully Regina – NovaCana