Levantamento do NovaCana apresenta os projetos em construção ou ampliação de bioeletricidade nas usinas de açúcar e etanol
Mapeamento realizado pelo NovaCana envolvendo todos os projetos de novas termelétricas movidas a biomassa até 2023 revelou que quase 70% das obras previstas envolvem Usinas Termelétricas (UTEs) movidas à bagaço de cana.
Ao todo, considerando também as térmicas movidas com outras biomassas, existem 35 projetos em desenvolvimento no Brasil para instalação ou ampliação de capacidade. Desse total, 24 dos projetos que têm chance de sair do papel envolvem a cogeração de energia a partir do bagaço de cana-de-açúcar.
Entre as empresas que tem como matéria-prima o bagaço, cinco já começaram a construir suas Usinas Termelétricas (UTEs), nove devem iniciar a construção em breve e outras 10 já estão ou devem iniciar nos próximos anos o processo de ampliação de capacidade. No total, essas UTEs devem adicionar mais de 953,6 MW à capacidade de cogeração a partir dos resíduos de cana.
O NovaCana apresenta a seguir o resultado deste levantamento detalhado dos projetos futuros de cogeração das usinas sucroenergéticas:
- Potência nova de cada unidade e cronograma de implementação ao longo dos anos
- Mapa com a localização de todos os projetos e usinas/grupos envolvidos
- Evolução da nova potência instalada ao longo do anos
- Avaliação da viabilidade dos projetos
Mapeamento realizado pelo NovaCana envolvendo todos os projetos de novas termelétricas movidas a biomassa até 2023 revelou que quase 70% das obras previstas envolvem Usinas Termelétricas (UTEs) movidas à bagaço de cana.
Ao todo, considerando também as térmicas movidas com outras biomassas, existem 35 projetos em desenvolvimento no Brasil para instalação ou ampliação de capacidade. Desse total, 24 dos projetos que têm chance de sair do papel atualmente envolvem a cogeração de energia a partir do bagaço de cana-de-açúcar.
Entre as empresas que tem como matéria-prima o bagaço, cinco já começaram a construir suas Usinas Termelétricas (UTEs), nove devem iniciar a construção em breve e outras 10 já estão ou devem iniciar nos próximos anos o processo de ampliação de capacidade. No total, essas UTEs devem adicionar mais de 953,6 MW à capacidade de cogeração a partir dos resíduos de cana.
Já em relação aos números envolvendo UTEs outras biomassas, atualmente há 11 empreendimentos em andamento. Esses projetos devem adicionar 523 MW de potência à capacidade de geração de energia nacional.
Previsão de funcionamento
Os empreendimentos previstos para Aneel até 2023 estão divididos em três categorias de acordo com a viabilidade de funcionamento: alta, média e baixa. Os listados nas categorias alta e média são os que devem entrar em funcionamento até 2023 e que foram considerados pelo levantamento do NovaCana.
Há ainda 13 empreendimentos na categoria baixa que estão sem previsão de funcionamento e muitos já até entraram em processo de anulação da autorização da Aneel, com muita chance de não sair do papel.
As empresas nesta categoria pode indicar problemas que vão desde atraso nas obras até revogação da proposta. Se eventualmente passarem a integrar os números nacionais de cogeração, essas UTEs podem agregar outros 583,87 MW à capacidade nacional. No que se refere a projetos específicos do setor, ao todo sete empreendimentos responsáveis por 361,9 MW à capacidade de cogeração a partir do bagaço de cana de açúcar. Destes, apenas um ainda não está em processo do revogação, a Usina Cocal II.


Marina Gallucci – NovaCana