Certame a ser realizado em 20 de dezembro envolve volumes estocados em Duque de Caxias (RJ) e Paulínia (SP)
Pela segunda vez neste ano e pela 14ª desde que obteve autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Petrobras deve realizar um leilão de etanol. Conforme publicado no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira, 26, o certame a ser realizado em 20 de dezembro deve disponibilizar 2,63 milhões de litros de anidro.
De acordo com o documento, 2,14 milhões de litros estão armazenados em Duque de Caxias (RJ), enquanto os 487 mil litros restantes estão em Paulínia (SP). O preço mínimo e o tamanho dos lotes não foram divulgados.
Embora o texto do DOU especifique que o edital do leilão pode ser acessado no site da Petrobras, o documento não havia sido disponibilizado até o momento da publicação desta reportagem.
Inicialmente, a estatal possuía autorização para vender 10,14 milhões de litros de anidro em Duque de Caxias e 7,71 milhões de litros em Paulínia. Ainda que a perspectiva fosse negociar estes volumes até o fim de 2019, novos certames seguem sendo agendados. Além disso, como a Petrobras não divulga os resultados dos pleitos, não é possível identificar quanto etanol já foi comercializado.
Saiba mais sobre o estoque de etanol da Petrobras no texto completo (exclusivo para assinantes).
Pela segunda vez neste ano e pela 14ª desde que obteve autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Petrobras deve realizar um leilão de etanol. Conforme publicado no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira, 26, o certame a ser realizado em 20 de dezembro deve disponibilizar 2,63 milhões de litros de anidro.
De acordo com o documento, 2,14 milhões de litros estão armazenados em Duque de Caxias (RJ), enquanto os 487 mil litros restantes estão em Paulínia (SP). O preço mínimo e o tamanho dos lotes não foram divulgados.
Embora o texto do DOU especifique que o edital do leilão pode ser acessado no site da Petrobras, o documento não havia sido disponibilizado até o momento da publicação desta reportagem.
Inicialmente, a estatal possuía autorização para vender 10,14 milhões de litros de anidro em Duque de Caxias e 7,71 milhões de litros em Paulínia. Ainda que a perspectiva fosse negociar estes volumes até o fim de 2019, novos certames seguem sendo agendados. Além disso, como a Petrobras não divulga os resultados dos pleitos, não é possível identificar quanto etanol já foi comercializado.
Etanol da Petrobras
Em 2018, a petroleira recebeu uma autorização excepcional da ANP para comercializar 80 milhões de litros de etanol. O volume, conforme nota técnica da agência, era “oriundo da degradação da interface de movimentação entre gasolina e etanol de terceiros nos polidutos operados pela Petrobras Transporte”.
Em outras palavras, o estoque da Petrobras foi formado porque o transporte de etanol realizado pela Logum utiliza o sistema dutoviário da Transpetro. “Neste sistema interconectado com dois carregadores principais, um movimenta apenas etanol (Logum) e o outro contrata o transporte de hidrocarbonetos (Petrobras)”, resume a ANP.
Entretanto, ambas as partes envolvidas registravam perdas de produto, que passava a ser carregado pela outra companhia, de modo que a Petrobras começou a acumular volumes de etanol.
Na ocasião em que obteve a autorização para venda deste montante, a Petrobras se comprometeu a realizar um estudo sobre a viabilidade de mistura do etanol oriundo da interface na gasolina A, como forma de minimizar o volume acumulado.
Renata Bossle – NovaCana