Em recuperação judicial desde novembro de 2019, a usina Bioenergia do Brasil teve seu leilão homologado em outubro; os interessados tiveram até o dia 13 de novembro para apresentar suas propostas. Entretanto, a unidade segue sem uma oferta adequada de compra.
A venda da usina tinha preço mínimo de R$ 245 milhões à vista, que deveria ser pago em dinheiro, com o objetivo de quitar as dívidas da sucroenergética. Na modalidade de envelopes fechados, as propostas deveriam conter uma declaração com o valor a ser oferecido e uma comprovação da capacidade econômica e financeira para arcar com a aquisição.
O edital do certame trazia ainda a informação de uma oferta apresentada à administradora judicial por uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), formada pelos próprios credores da usina. O documento afirmava que todos os requisitos de participação haviam sido preenchidos e que a proposta seria considerada no leilão. Entretanto, ela acabou sendo suspensa por uma decisão liminar.
Confira na versão completa, mais detalhes sobre as propostas.
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