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Grupo Balbo fecha safra 2015/16 com lucro 27% maior

balbo grupos 170715Grupo Balbo aumentou em 27% seu lucro líquido na safra 2015/16. O grupo é representativo da melhora do mercado, assim, esta é a segunda safra consecutiva de avanço nos ganhos

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O tradicional Grupo Balbo, de Sertãozinho (SP), aumentou em 27% seu lucro líquido na safra 2015/16 encerrada em março deste ano. O grupo é representativo da melhora do mercado, assim, esta é a segunda safra consecutiva de avanço nos ganhos. Na temporada anterior, a companhia apresentou recuperação de 24% nos lucros, após quadro apresentado na safra 2013/14, quando seus ganhos caíram 44%.

Veja a seguir como o grupo está aproveitando o início do novo ciclo do mercado com os detalhes financeiros de suas três unidades: Santo Antônio, São Francisco e Uberaba.

O tradicional Grupo Balbo, de Sertãozinho (SP), aumentou em 27% seu lucro líquido na safra 2015/16 encerrada em março deste ano. O grupo é representativo da melhora do mercado, assim, esta é a segunda safra consecutiva de avanço nos ganhos. Na temporada anterior, a companhia apresentou recuperação de 24% nos lucros, após quadro apresentado na safra 2013/14, quando seus ganhos caíram 44%.

A companhia alcançou, agora, um lucro de R$ 42,6 milhões em 2015/16, frente ao resultado líquido positivo de R$ 33,4 milhões na safra 2014/15.

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A receita líquida da companhia foi de R$ 820,7 milhões, crescimento de 9,4% em relação aos R$ 749,5 milhões obtidos na safra anterior. Já os custos cresceram um pouco mais de 7%, passando de R$ 546,6 milhões para R$ 589,3 milhões.

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Composição da receita

A maior contribuição para a receita bruta da companhia veio das vendas de etanol, com R$ 406,62 milhões (crescimento de 15%). Em seguida, vem a receita de açúcar, com um total de R$ 185,70 milhões.

A contribuição do segmento de orgânicos na receita da companhia foi 37% maior para o açúcar orgânico, com R$ 181,8 milhões. Já o etanol orgânico, que tem como foco a indústria alimentícia, cosmética e farmacêutica, gerou uma receita de R$ 31,74 milhões – queda de 14% na comparação com a safra anterior.

A receita proveniente da venda de energia elétrica por cogeração caiu 9% no período, passando de R$ 20,3 milhões para R$ 18,4 milhões.

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Dívidas

Os débitos totais com empréstimos e financiamentos da companhia diminuíram 9,4% de uma safra para outra, passando de R$ 784,69 milhões na temporada anterior para R$ 710,7 milhões em 2015/16.

Desse montante, a maior parte vence no longo prazo, cerca de R$ 407,1 milhões. O valor das dívidas dessa categoria aumentaram 3,6% em relação aos R$ 393 milhões devidos na temporada anterior.

Já a categoria de dívidas a vencer no curto prazo somam R$ 303,5 milhões, um valor 22% menor do que safra 2014/15, quando era de R$ 391,6.

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Resultado por unidade

As duas usinas paulistas do grupo, Santo Antônio e São Francisco relataram resultados diferentes na temporada. Na São Francisco, o lucro líquido reduziu 7%, passando de R$ 19,62 milhões para R$ 18,16 milhões de uma safra para a outra. Já a receita da unidade variou de R$ 253,3 milhões para R$ R$ 306,85 milhões no período de avaliação, aumento de 21%.

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Na unidade Santo Antônio, o lucro líquido saiu de R$ 13 milhões em 2014/2015 para R$ 23,76 milhões em 2015/2016 – um crescimento de 82%. Já a receita líquida da unidade, passou de R$ 360,97 milhões na temporada anterior para R$ 386,62 milhões em 2015/16.

Além das usinas, o grupo detém ainda uma terceira unidade, inaugurada em 2008. A Usina Uberaba, em cidade mineira de mesmo nome, controla a marca Native de produtos orgânicos. O lucro da unidade apresentou crescimento expressivo de cerca de 110% no período, passando de R$ 7,98 milhões para R$ 16,8 milhões. Já suas receitas passaram de R$ 242,59 milhões para 294,29 milhões - um crescimento de um pouco mais de 21%.

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Marina Gallucci – NovaCana

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