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Exportação brasileira de açúcar atinge 2,55 milhões de toneladas em agosto

Em comparação com desempenho de um ano antes, volume enviado para fora do país teve queda de 18,7%

NovaCana 3 min de leitura

O Brasil voltou a registrar preço recorde nas exportações de açúcar. Em agosto, a commodity foi vendida, em média, a US$ 339,47 por tonelada – o maior valor desde os US$ 352,82/t vistos em fevereiro de 2018. O resultado foi divulgado na última sexta-feira, 3, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.

De acordo com os dados apresentados, o país enviou 2,55 milhões de toneladas do adoçante ao exterior, queda de 18,7% na comparação com o mesmo mês de 2020. Ainda assim, o maior preço permitiu que houvesse um aumento de 0,2% na receita na mesma comparação, totalizando US$ 865,49 milhões.

Deste volume, 2,25 milhões de toneladas foram do produto bruto (-17,6%), comercializado a US$ 333,97/t (+25,7%). Já o açúcar refinado totalizou 298,21 mil toneladas (-26,4%), que foram vendidas a US$ 381,06/t (+11,5%).

Mesmo com a retração vista em agosto, os montantes exportados em 2021 seguem em um patamar elevado. No acumulado do ano, o país comercializou 17,8 milhões de toneladas, 1,6% a mais que o resultado de janeiro a agosto de 2020.

Além disso, o preço médio do adoçante no ano subiu 16,3%, para US$ 327,74/t. Desta forma, a receita teve uma elevação de 18,2%, chegando a US$ 5,84 milhões.

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Renata Bossle – NovaCana

O Brasil voltou a registrar preço recorde nas exportações de açúcar. Em agosto, a commodity foi vendida, em média, a US$ 339,47 por tonelada – o maior valor desde os US$ 352,82/t vistos em fevereiro de 2018. O resultado foi divulgado na última sexta-feira, 3, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.

De acordo com os dados apresentados, o país enviou 2,55 milhões de toneladas do adoçante ao exterior, queda de 18,7% na comparação com o mesmo mês de 2020. Ainda assim, o maior preço permitiu que houvesse um aumento de 0,2% na receita na mesma comparação, totalizando US$ 865,49 milhões.

Deste volume, 2,25 milhões de toneladas foram do produto bruto (-17,6%), comercializado a US$ 333,97/t (+25,7%). Já o açúcar refinado totalizou 298,21 mil toneladas (-26,4%), que foram vendidas a US$ 381,06/t (+11,5%).

Mesmo com a retração vista em agosto, os montantes exportados em 2021 seguem em um patamar elevado. No acumulado do ano, o país comercializou 17,8 milhões de toneladas, 1,6% a mais que o resultado de janeiro a agosto de 2020.

Além disso, o preço médio do adoçante no ano subiu 16,3%, para US$ 327,74/t. Desta forma, a receita teve uma elevação de 18,2%, chegando a US$ 5,84 milhões.

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