Entre as 40 unidades que participaram de rateio, apenas uma contabilizou aumento no volume; entre as demais, quedas variaram de 14,2% a 87,2%
Em setembro, os Estados Unidos anunciaram um corte na cota de importação de açúcar bruto do Brasil. Por conta disso, o volume preferencial rateado pelo Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa) entre as usinas das regiões Norte e Nordeste teve uma queda de 35,9%, ou 52,63 mil toneladas, para 93,99 mil toneladas.
As sucroenergéticas, que já se consideravam prejudicadas pela tarifa de 25% aplicada pelos norte-americanos sobre os produtos brasileiros, calculam que a retração na cota deve ter um impacto de, aproximadamente, US$ 30 milhões.
“É claro que não vamos perder tudo isso de receita porque vamos buscar outros destinos, mas eles não pagam o mesmo preço”, disse o presidente da Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia (Novabio), Renato Cunha, na ocasião do anúncio.
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