Após recordes na temporada anterior, companhia registrou um resultado líquido 66% mais baixo, indo a R$ 50,66 milhões
Em uma safra com menor disponibilidade de cana-de-açúcar no Centro-Sul e margens mais apertadas nas usinas, as companhias do setor de sucroenergético precisaram demonstrar que estavam preparadas para lidar com desafios.
No caso da Lins Agroindustrial, localizada no município paulista homônimo, os 252 dias de atividades somaram uma moagem de 4,18 milhões de toneladas de cana, queda de 10,8% ante o recorde de 4,68 milhões de toneladas observado na temporada anterior. No período, foram produzidas 318,23 mil toneladas de açúcar, 147,26 milhões de litros de etanol e 3,55 mil toneladas de leveduras.
“Quando comparamos 2025/26 com 2024/25, partimos de um ano que foi a nossa melhor safra”, relata o diretor financeiro da Lins, Antonio Celso Roxo. Ainda assim, ele admite que a produtividade da companhia caiu, voltando para níveis próximos à média histórica, com cerca de 77 toneladas por hectare.
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