Sem previsão de chuva até o final da primeira quinzena de agosto, regiões impactadas com a geada e umidade da última semana poderão minimizar eventuais perdasAinda não está clara a dimensão exata do impacto que o clima da última semana terá sobre os canaviais do Centro-Sul, mas a perspectiva é que os efeitos negativos não tenham sido significativos e a colheita seja beneficiada, pois não há previsão de chuva por um período prolongado.
Ainda não está clara a dimensão exata do impacto que o clima da última semana terá sobre os canaviais do Centro-Sul, mas a perspectiva é que os efeitos negativos não tenham sido significativos e a colheita deve ser beneficiada pois não há previsão de chuva por um período prolongado. De acordo com o meteorologista da Somar Celso Oliveira, "nas áreas com registro de geada durante a última semana, o clima seco para a primeira quinzena de agosto vai colaborar para a colheita".
O setor agronômico da Somar considera que ainda é cedo para avaliar com total precisão os danos nas áreas do oeste do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e, em proporção reduzida, no extremo sul de São Paulo, que foram atingidas por temperaturas próximas a zero, umidade e geada, principalmente na quarta e quinta-feira da semana passada. As consequências possíveis são de redução nos potenciais produtivos e no ATR das plantas, já que algumas lavouras não estavam aptas para a colheita, que precisará ser feita precocemente.
Oliveira afirma que, para a primeira metade de agosto, "nenhuma simulação trabalha com temperaturas tão extremas a ponto de serem danosas à cana". Entretanto, ressalva que a ondas de frio intenso costumam ser previstas com menor antecedência, a exemplo da ocorrida na semana passada, prevista sete dias antes.
Como em São Paulo, estado que concentra a maior produção de cana-de-açúcar, não se estima impactos sobre os canaviais, o setor agronômico do Somar projeta que, mesmo em caso de alguma perda no Paraná e Mato Grosso do Sul, o impacto sobre a produção nacional será bastante reduzido.
Amanda SchArr – NovaCana
Ainda não está clara a dimensão exata do impacto que o clima da última semana terá sobre os canaviais do Centro-Sul, mas a perspectiva é que os efeitos negativos não tenham sido significativos e a colheita deve ser beneficiada pois não há previsão de chuva por um período prolongado. De acordo com o meteorologista da Somar Celso Oliveira, "nas áreas com registro de geada durante a última semana, o clima seco para a primeira quinzena de agosto vai colaborar para a colheita".
O setor agronômico da Somar considera que ainda é cedo para avaliar com total precisão os danos nas áreas do oeste do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e, em proporção reduzida, no extremo sul de São Paulo, que foram atingidas por temperaturas próximas a zero, umidade e geada, principalmente na quarta e quinta-feira da semana passada. As consequências possíveis são de redução nos potenciais produtivos e no ATR das plantas, já que algumas lavouras não estavam aptas para a colheita, que precisará ser feita precocemente.
Oliveira afirma que, para a primeira metade de agosto, "nenhuma simulação trabalha com temperaturas tão extremas a ponto de serem danosas à cana". Entretanto, ressalva que a ondas de frio intenso costumam ser previstas com menor antecedência, a exemplo da ocorrida na semana passada, prevista sete dias antes.
Como em São Paulo, estado que concentra a maior produção de cana-de-açúcar, não se estima impactos sobre os canaviais, o setor agronômico do Somar projeta que, mesmo em caso de alguma perda no Paraná e Mato Grosso do Sul, o impacto sobre a produção nacional será bastante reduzido.
Amanda SchArr – NovaCana