Pelo quarto ano consecutivo, a asiática Wilmar foi trading que mais negociou o açúcar brasileiro para exportações, totalizando 4,94 milhões de toneladas do produto enviadas via porão de navio.
O número faz parte de um acompanhamento da agência marítima Williams. No total, conforme a mesma base de dados, foram enviados 31,01 milhões de toneladas do produto a outros países, valor 8,9% inferior aos 34,03 milhões de toneladas referentes a um ano antes. Ainda assim, este é o segundo maior volume exportado da série histórica, iniciada em 2011.
Já de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações do adoçante brasileiro atingiram 33,77 milhões de toneladas entre janeiro e dezembro, 11,7% abaixo do ano anterior. No período, o preço médio foi de US$ 417,74 por tonelada, queda de 14,1% ante 2024. Dessa forma, a receita obtida com o produto caiu 24,2% e alcançou US$ 14,11 bilhões.
A divergência no volume em relação ao dado apresentado pela Williams é justificada pelas metodologias utilizadas. A agência marítima, que contabiliza os dados declarados nos portos, considera apenas as exportações por porão de navio – o valor consolidado referente aos envios por contêineres é divulgado separadamente.
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- Volume total despachado ano a ano
- Histórico das cinco maiores compradoras
- Parcerias comerciais, portos de origem e destinos das principais tradings
- Ranking das empresas que comercializaram mais de 100 mil toneladas de açúcar em 2025
- Principais destinos da exportação brasileira de açúcar
- Volume despachado por porto
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