Mais do que ter um volume elevado de cana, os produtores precisam buscar o maior rendimento possível, diluindo seus altos custos fixos. Para isso, é necessário muita tecnologia, manejo adequado, bons insumos e a bênção do clima. A temporada 2023/24, por exemplo, parece ter aliado estes fatores.
Segundo levantamento do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), ao final daquele ciclo, os canaviais da região Centro-Sul renderam cerca de 87,2 toneladas por hectare, aumento de 19% ante o índice apurado na safra 2022/23.
Já conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – que consideram o período de janeiro a dezembro de 2023 –, houve um incremento de 5,9% no mesmo indicador, saindo de 73,44 t/ha em 2022 para 77,75 t/ha. O resultado é o melhor desde 2010.
Além do IBGE abranger todo o Brasil, a divergência entre os números é justificada pelas metodologias usadas por cada entidade: o instituto coleta as informações junto às prefeituras de cada município, contabilizando a cana para outros fins, como produção de aguardente e melaço. Já os dados divulgados pelo CTC consideram somente as sucroenergéticas do Centro-Sul.

No texto completo, exclusivo para assinantes NovaCana, confira análises e gráficos com:
- Ranking das cidades com produtividade a partir de 85 t/ha
- Histórico das vinte cidades mais produtivas de 2023
- Rendimento das cinco maiores produtoras de cana-de-açúcar
- Evolução de rendimento do Brasil e dos seis principais estados produtores
- Os canaviais mais improdutivos do país, por região
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