O valor da produção agropecuária de São Paulo deverá somar R$ 57,085 bilhões em 2013, conforme estimativas preliminares recém-concluídas pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), órgãos vinculados à Secretaria da Agricultura do Estado. Se confirmado, o montante será 0,3% superior ao do ano passado (R$ 56,898 bilhões).
Mesmo com uma queda projetada em 5,6% na comparação, para R$ 25,986 bilhões, a cana-de-açúcar permanece com folga na liderança do ranking paulista de produtos agropecuários de maior valor "da porteira para dentro", conforme IEA e Cati.
Apesar de um aumento de 2,3% no volume da colheita, prevista em 434,550 milhões de toneladas no ano civil, uma baixa estimada em 7,7% nos preços determina o recuo do valor da produção da matéria-prima para a fabricação de açúcar e etanol - cuja participação no valor total, com isso, cairá de 48,4%, em 2012, para 45,5% em 2013.
De acordo com o levantamento, completam a lista dos cinco produtos agropecuários de maior valor em São Paulo neste ano a carne bovina (R$ 6,487 bilhões, baixa de 2,2%), a carne de frango (R$ 4,014 bilhões, alta de 24,8%), o ovo de galinha (R$ 2,125 bilhões, alta de 16,6%) e o milho (R$ 1,965 bilhão, baixa de 2,6%).
Chama a atenção que a laranja destinada às indústrias de suco deverá amargar um recuo de 30%, para R$ 1,621 bilhão, e ocupar apenas a sétima posição, atrás da soja (R$ 1,842 bilhão, alta de 18,8%). Se a soja é o carro-chefe do agronegócio nacional, a laranja é há quatro décadas um dos produtos agrícolas de maior destaque no campo paulista, com lugar cativo entre os cinco mais importantes do Estado.
Em 2013, contudo, as estimativas preliminares de IEA e Cati mostram que o preço médio da caixa de 40,8 quilos da fruta para processamento deverá recuar 20,1% em relação à média do ano passado, para R$ 6,27 - inferior aos custos de produção da fruta. E isso apesar de uma redução no volume de produção de 12,3%, para 258,6 milhões de caixas.
As indústrias de suco culpam a queda da demanda internacional pela commodity pela retração, mas os citricultores defendem que poderiam ser melhor remunerados apesar da demanda mais fraca por suco.
Mesmo com uma queda projetada em 5,6% na comparação, para R$ 25,986 bilhões, a cana-de-açúcar permanece com folga na liderança do ranking paulista de produtos agropecuários de maior valor "da porteira para dentro", conforme IEA e Cati.
Apesar de um aumento de 2,3% no volume da colheita, prevista em 434,550 milhões de toneladas no ano civil, uma baixa estimada em 7,7% nos preços determina o recuo do valor da produção da matéria-prima para a fabricação de açúcar e etanol - cuja participação no valor total, com isso, cairá de 48,4%, em 2012, para 45,5% em 2013.
De acordo com o levantamento, completam a lista dos cinco produtos agropecuários de maior valor em São Paulo neste ano a carne bovina (R$ 6,487 bilhões, baixa de 2,2%), a carne de frango (R$ 4,014 bilhões, alta de 24,8%), o ovo de galinha (R$ 2,125 bilhões, alta de 16,6%) e o milho (R$ 1,965 bilhão, baixa de 2,6%).
Chama a atenção que a laranja destinada às indústrias de suco deverá amargar um recuo de 30%, para R$ 1,621 bilhão, e ocupar apenas a sétima posição, atrás da soja (R$ 1,842 bilhão, alta de 18,8%). Se a soja é o carro-chefe do agronegócio nacional, a laranja é há quatro décadas um dos produtos agrícolas de maior destaque no campo paulista, com lugar cativo entre os cinco mais importantes do Estado.
Em 2013, contudo, as estimativas preliminares de IEA e Cati mostram que o preço médio da caixa de 40,8 quilos da fruta para processamento deverá recuar 20,1% em relação à média do ano passado, para R$ 6,27 - inferior aos custos de produção da fruta. E isso apesar de uma redução no volume de produção de 12,3%, para 258,6 milhões de caixas.
As indústrias de suco culpam a queda da demanda internacional pela commodity pela retração, mas os citricultores defendem que poderiam ser melhor remunerados apesar da demanda mais fraca por suco.
Fernando Lopes