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Brasilcom e Unica debatem sobre a necessidade de revisar o RenovaBio

Entidade que representa as distribuidoras não considera que programa governamental tenha viés ambiental

NovaCana 7 min de leitura

“É como um Frankestein. Não é nem imposto, nem tarifa; é cobrado de todos que consomem a gasolina e o diesel; é recolhido por um ente privado e entregue na mão de outro ente privado. Não passa pelo governo ou nenhum tipo de controle”. Esta é a visão do vice-presidente da Brasilcom, Abel Leitão, sobre o programa federal RenovaBio e a comercialização dos créditos de descarbonização, os CBios.

Para ele, o RenovaBio não pode ser considerado um programa ambiental e o CBio não seria um título de carbono, pois o crédito não cumpriria com vários preceitos inerentes a estes papéis, como da adicionalidade e fungibilidade.

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