Relatório explora potencial do mercado local e internacional, além da importância de políticas e acordos para avanço do combustível sustentável de aviação
Considerando que o mercado mundial de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) ainda está em sua “infância”, um relatório do banco holandês Rabobank aponta que, nos curto e médio prazos, as rotas de produção baseadas em matérias-primas convencionais de primeira geração e biocombustíveis devem ser as principais opções para o abastecimento das aeronaves.
A análise é assinada pelo chefe de pesquisa em alimentação e agronegócio para a América do Sul do banco, Andy Duff. “As incertezas em torno da evolução do SAF são consideráveis, principalmente em relação às tecnologias e às matérias-primas que irão se mostrar como as mais competitivas em termos de custo e intensidade de carbono”, afirma.
De acordo com ele, os produtores de etanol do Brasil já enxergam a crescente procura global por SAF como uma potencial fonte de novas demandas para o biocombustível, seja ele fabricado a partir da cana-de-açúcar ou do milho.
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