Assim como diversas sucroenergéticas do Centro-Sul, o grupo Colombo comemorou uma moagem recorde na safra 2023/24. Segundo relatório de resultados da companhia, o volume chegou a 12,03 milhões de toneladas, aumento de 37,5% ante as 8,75 milhões de toneladas observadas na temporada anterior.
A partir dessa matéria-prima, a empresa fabricou 705 mil toneladas de açúcar e 533 milhões de litros de etanol – em relação à safra anterior, as altas foram de 25,9% e 41,6%, respectivamente. Em 2023/24, a Colombo direcionou 46,4% da cana para a produção do adoçante, ante os 49,2% de um ano antes.
“Apesar dos investimentos da companhia em priorizar a produção de açúcar, as restrições da capacidade produtiva levaram a um mix mais alcooleiro, com a produção de açúcar operando em capacidade máxima e o excedente sendo transformado em etanol”, justifica a Colombo.
Por conta disso, a empresa anunciou a implantação de uma fábrica de açúcar na usina de Palestina (SP) que, até o momento, atua apenas com etanol. A planta está prevista ainda para 2024/25 e deve ter capacidade para fabricar até 100 mil toneladas por safra.
Os resultados se referem à última safra da companhia sob o comando de Anderson Travagini, que foi afastado do cargo de CEO em julho, após denúncias de irregularidades. Embora os documentos tenham sido disponibilizados no site da Colombo depois da saída do executivo, o texto “Mensagem da Administração” é assinado por Travagini. Atualmente, a companhia está sob a liderança de Rogério Azevedo.
Saiba mais no texto completo (exclusivo para assinantes):
- Resultados brutos e líquidos
- Ebitda e geração de caixa
- Formação da receita bruta
- Relação entre receitas e custos
- Desempenho operacional
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- Investimentos realizados
- Resultados em relação à moagem
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