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ANP atualiza composição de grupo técnico do RenovaBio

O grupo responsável pelo desenvolvimento da RenovaCalc vai passar a ter uma nova composição

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O grupo responsável pelo desenvolvimento da RenovaCalc vai passar a ter uma nova composição. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou, na edição desta quinta-feira, 3, do Diário Oficial da União, uma portaria que atualiza os participantes do chamado Grupo Técnico RenovaBio (GTR).

Essa é a terceira formação do grupo desde sua formalização, em agosto de 2018. Com a atualização, o GTR voltará a contar com 27 membros – mesmo número de sua composição original e cinco a mais do que a formação que está em vigor desde abril de 2021.

Entre os representados na estrutura do grupo estão: ANP (com 11 membros), Embrapa (8), Ministério de Minas e Energia (3), Laboratório Nacional de Biorrenováveis (3) e Universidade Estadual de Campinas (2).

O grupo responsável pelo desenvolvimento da RenovaCalc vai passar a ter uma nova composição. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou, na edição desta quinta-feira, 3, do Diário Oficial da União, uma portaria que atualiza os participantes do chamado Grupo Técnico RenovaBio (GTR).

Essa é a terceira formação do grupo desde sua formalização, em agosto de 2018. Com a atualização, o GTR voltará a contar com 27 membros – mesmo número de sua composição original e cinco a mais do que a formação que está em vigor desde abril de 2021.

Entre os representados na estrutura do grupo estão: ANP (com 11 membros), Embrapa (8), Ministério de Minas e Energia (3), Laboratório Nacional de Biorrenováveis (3) e Universidade Estadual de Campinas (2).

Desde sua criação, o grupo é coordenado a superintendente-adjunta da ANP, Danielle Machado e Silva Conde.

RenovaCalc

A RenovaCalc é a ferramenta que os fabricantes de biocombustíveis usam para calcular sua pegada de carbono durante seu processo de certificação no RenovaBio. É a partir desses números que as usinas chegam à Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), que define a quantidade de gás carbônico cuja emissão é evitada quando seus produtos substituem os combustíveis fósseis.

Quanto maior for a NEEA de uma usina, mais créditos de descarbonização (CBios) ela pode gerar a partir de uma mesma quantidade de biocombustível fabricada.

O GTR acompanha o desenvolvimento e manutenção da ferramenta, propondo melhorias, além de ser também responsável por recomendar e implementar novas rotas de produção de biocombustíveis.

A ferramenta foi oficialmente criada no final de novembro de 2018 e já está em sua oitava versão.

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Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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