Entidade divulga lista com os dez países com maior potencial para importar etanolEntidade privada, que reúne associações de produtores e empresas do agronegócio nos EUA, divulgou uma lista com os dez países com maior potencial de importação de etanol.
Os números divulgados retratam o volume potencial de importação de cada país para o ano fiscal 14/15 (de 1º de setembro de 2014 a 31 de agosto de 2015).
O objetivo do grupo é reunir um comitê diretivo para desenvolver programas de exportação de etanol nos EUA.
O gráfico desta semana do U.S. Grains Council ilustra os dez maiores mercados potenciais para o etanol americano no ano fiscal 2014/2015 (de 1º de setembro de 2014 a 31 de agosto de 2015).
O Conselho — entidade privada que reúne associações de produtores e empresas do agronegócio — está reunindo um comitê diretivo com o intuito de desenvolver programas de exportação de etanol para os EUA no ano fiscal 14/15.
A partir deste mês, a equipe fará uma avaliação do potencial de Japão, Coreia do Sul, América Latina e Sudeste Asiático como mercados de exportação para o etanol fabricado nos Estados Unidos.
De acordo com a entidade o Brasil é o país com o maior potencial de importação, com possibilidade de importar 4,2 bilhões de litros. O volume estabelecido pela entidade é quase quatro vezes superior ao recorde de 1,1 bilhão de litros de de etanol que o Brasil importou em 2011.

Como mostra o gráfico, o U.S. Grains Council acredita que o Japão tenha potencial para importar 459 milhões de galões (1,7 bilhão de litros) de etanol americano no ano fiscal 14/15. Este volume corresponderia a 11% da demanda mundial por etanol americano, caso o combustível seja adquirido para cumprir a mistura máxima de 3% no combustível, no mesmo patamar das importações de gasolina.
O México, por sua vez, tem potencial para importar 236 milhões de galões (893 milhões de litros) e as Filipinas, 90 milhões de galões (340 milhões de litros).
Potencialmente, esses três mercados podem representar quase 20% da demanda global pelo etanol americano, e serão explorados em profundidade nas avaliações do Conselho que serão publicadas até o fim de 2014.
NovaCana
com U.S. Grains Council
Os números divulgados retratam o volume potencial de importação de cada país para o ano fiscal 14/15 (de 1º de setembro de 2014 a 31 de agosto de 2015).
O objetivo do grupo é reunir um comitê diretivo para desenvolver programas de exportação de etanol nos EUA.
O gráfico desta semana do U.S. Grains Council ilustra os dez maiores mercados potenciais para o etanol americano no ano fiscal 2014/2015 (de 1º de setembro de 2014 a 31 de agosto de 2015).
O Conselho — entidade privada que reúne associações de produtores e empresas do agronegócio — está reunindo um comitê diretivo com o intuito de desenvolver programas de exportação de etanol para os EUA no ano fiscal 14/15.
A partir deste mês, a equipe fará uma avaliação do potencial de Japão, Coreia do Sul, América Latina e Sudeste Asiático como mercados de exportação para o etanol fabricado nos Estados Unidos.
De acordo com a entidade o Brasil é o país com o maior potencial de importação, com possibilidade de importar 4,2 bilhões de litros. O volume estabelecido pela entidade é quase quatro vezes superior ao recorde de 1,1 bilhão de litros de de etanol que o Brasil importou em 2011.

Como mostra o gráfico, o U.S. Grains Council acredita que o Japão tenha potencial para importar 459 milhões de galões (1,7 bilhão de litros) de etanol americano no ano fiscal 14/15. Este volume corresponderia a 11% da demanda mundial por etanol americano, caso o combustível seja adquirido para cumprir a mistura máxima de 3% no combustível, no mesmo patamar das importações de gasolina.
O México, por sua vez, tem potencial para importar 236 milhões de galões (893 milhões de litros) e as Filipinas, 90 milhões de galões (340 milhões de litros).
Potencialmente, esses três mercados podem representar quase 20% da demanda global pelo etanol americano, e serão explorados em profundidade nas avaliações do Conselho que serão publicadas até o fim de 2014.
NovaCana
com U.S. Grains Council