Investidores desapareceram do etanol celulósico, mas, ainda assim, mercado verá nova onda de expansão

As usinas instaladas de etanol celulósico estão vivendo anos difíceis, não apenas pela falta de domínio da tecnologia, mas também porque os investimentos secaram. A expectativa dos pioneiros não se misturou muito bem com a realidade e a indústria no mundo todo acabou caindo em um certo descrédito.

Mas, para quem observa esse mercado nascente de perto, a dura realidade atual deve dar lugar a uma retomada gradual. Gradual mas significativa, conforme um recente estudo realizado pelos mesmos especialistas que fizeram uma das análises mais interessantes sobre o estado da arte do etanol celulósico no mundo. 

A Lux Research, consultoria com base em Boston (EUA), se debruçou sobre a o futuro dos biocombustíveis no mundo (incluindo etanol de 1ª geração e biodiesel) para, entre outros motivos, determinar se as usinas atuais terão um mercado aquecido nos próximos anos e se será um bom negócio investir em etanol.

As novas tecnologias, em especial o etanol celulósico, receberam uma atenção especial, que o novaCana apresenta a seguir.

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