O presidente global da empresa, Soren Schroder, e o diretor financeiro da companhia, Andrew Burke, fizeram questão de ressaltar as perspectivas para o negócio de açúcar e etanol em 2015. E, para mostrar como a empresa está posicionada para aproveitar o melhor momento, comentaram sobre os focos estratégicos e os resultados práticos do aumento no preço da gasolina.
A empresa, que no ano passado cogitou vender os ativos de açúcar no país, agora vê na produção e comercialização do adoçante “um negócio estável”.
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