Etanol: Mercado

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Venda direta de etanol deve ser vista como complementar, afirma presidente da NovaBio

Em entrevista exclusiva, Renato Cunha comenta o atual ponto da tramitação e traz suas perspectivas sobre esta modalidade de compra e venda


NovaCana - Publicado: 27 Abr 2022 - 09:09

Desde sua autorização por meio de medida provisória, em agosto de 2021, a venda direta de etanol tem se tornado um assunto recorrente no setor sucroenergético, principalmente devido às incertezas que a rodeiam.

Atualmente, este processo de venda possui baixa representatividade no mercado, como demonstrou o levantamento feito pelo consultor Dietmar Schupp com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). De acordo com ele, a comercialização direta representou 0,14% das vendas de etanol em novembro e 0,21% em dezembro.

Porém, os dados se referem a um período anterior a mais nova medida provisória que rodeia o tema. Em fevereiro deste ano, o presidente Jair Bolsonaro (PL) editou um novo texto em que procura resolver as questões tributárias ainda pendentes, de modo a incluir cooperativas na venda direta.

Para sanar algumas dúvidas sobre o tema, o NovaCana entrevistou o presidente executivo da Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia (NovaBio), Renato Cunha, um dos principais defensores deste tipo de comercialização. Ele respondeu dez perguntas sobre o contexto atual e as perspectivas para esta modalidade de vendas, inclusive trazendo suas visões e rebatendo os argumentos contrários à venda direta.

A entrevista – publicada originalmente na newsletter NC+, exclusiva para assinantes do portal – está disponível a seguir (faça login para acessar).


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