Os contratos futuros do milho em Chicago recuaram para uma mínima de quatro semanas nesta quarta-feira, já que os mercados de grãos continuaram a sentir pressão das previsões de oferta dos Estados Unidos maiores do que o esperado, disseram traders.
O movimento acontece um dia depois de o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) projetar que os estoques finais de milho dos Estados Unidos estavam acima da média das estimativas dos analistas.
Os exportadores dos EUA venderam 161,54 mil toneladas de milho para entrega a destinos desconhecidos durante o ano de comercialização de 2021/22, disse o USDA.
“A safra de milho está melhor do que pensávamos e não estamos vendo a China comprando muita coisa”, disse Setzer. “No momento, o comércio não acredita nos números da demanda de milho do USDA, e temos uma safra enorme chegando nesta colheita”.
Na bolsa de Chicago, o contrato mais ativo do milho fechou o dia em queda de 10,25 centavos de dólar, a 5,1225 dólares. No início da sessão, os preços caíram para a mínima desde 10 de setembro.
Já na bolsa brasileira B3, o contrato do milho com vencimento em novembro caiu R$ 0,03, ou 0,03%, encerrando o dia a R$ 88,80 por saca de 60 kg. Em contrapartida, o janeiro teve uma alta de 0,11%, sendo negociado a R$ 88,90 por saca.
Gus Trompiz e Naveen Thukral
Com informações adicionais NovaCana