Pesquisa com 203 unidades detalha emprego de plantio mecanizado, modo de obtenção de mudas e adoção de cantosi e meiosi
Além das variedades utilizadas pelas usinas e produtores independentes de cana, o modo de plantio, a originação das mudas e as técnicas de manejo também são determinantes para a produtividade e a qualidade da matéria-prima.
Para entender estas dinâmicas do campo, o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) realiza um estudo há oito anos com o objetivo de mapear as áreas de renovação em relação às práticas de manejo das empresas. A análise de tendências nos canaviais considera mecanização, adubação, irrigação, florescimento, além do emprego de meiosi, cantosi e utilização de mudas pré-brotadas (MPB).
Conforme o consultor do IAC, Rubens Braga Junior, a pesquisa abrange tanto produtores do Centro-Sul quanto do Nordeste. “As características mudam bastante quando comparamos regiões muito diferentes”, considera.
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