Com margem de preço largamente mais atraente que o etanol, o açúcar está recebendo toda a prioridade das usinas brasileiras. A expectativa é que um esfriamento do consumo de hidratado faça apenas aumentar o desinteresse pelo biocombustível, motivando alterações significativas no direcionamento dos investimentos das sucroalcooleiras.
Os ânimos estão tão elevados que mesmo uma possível redução na estimativa de moagem para esta safra não deve abalar significativamente a produção nacional de açúcar. Além disso, a próxima entressafra deve ser acompanhada por algumas expansões em usinas do Centro-Sul, acrescentando um milhão de toneladas à produção de 2017/18.
O Rabobank fez uma análise do mercado nacional, avaliando como a atual conjuntura deve afetar o desenvolvimento do setor no curto prazo.
E ainda:
- Capacidade adicional de produção de açúcar para 2017/18
- Guerra dos preços: Açúcar x Etanol
- Aposta no açúcar e o mix das usinas
- Preço do etanol: impacto da inflação e volta do PIS/Cofins
- Perspectiva para a safra do Norte-Nordeste
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