As usinas sucroenergéticas já efetuaram a fixação de preços para um volume de 6,75 milhões de toneladas de açúcar destinadas à exportação para a safra 2025/26. Os volumes dão referentes até o dia 31 de julho de 2024, de acordo com a Archer Consulting.
O preço médio consolidado foi de 19 centavos de dólar por libra-peso. Ao ser convertido para a moeda local, considerando o valor médio FOB no porto de Santos e já incluído o prêmio de polarização, o preço equivale a cerca de R$ 2.280 por tonelada, segundo o analista Arnaldo Corrêa.
“No mês de julho, incentivado pela desvalorização do real frente ao dólar, as usinas fixaram 1,875 milhão toneladas de açúcar, obtendo um preço médio de R$ 2.293 por tonelada, R$ 53 por tonelada abaixo do preço médio obtido no mês anterior”, afirma.
Ele complementa: “A posição de contratos em aberto na bolsa de Nova York continua abaixo dos 800 mil contratos, com o volume de negócios acumulado até julho de 2024 registrando 21,4 milhões contratos negociados, 4,5 milhões menos do que o mesmo período do ano passado”.
Ainda de acordo com o analista da Archer, o preço médio ficou em 99,23 centavos de reais por libra-peso, sem incluir o prêmio de polarização. “Com base em nossas análises, projetamos um volume total de exportação de 30 milhões de toneladas de açúcar para a safra 2025/26. Dessa forma, o percentual fixado até o final de junho era de 22,5%”, adiciona.
Natália Cherubin