O estado norte-americano da Califórnia está revisando as normas para a entrada de combustíveis, o que deve trazer mudanças para os usineiros brasileiros que almejam acessar este mercado, um dos mais valorizados para o etanol de cana-de-açúcar.
O Conselho da Qualidade do Ar da Califórnia (Carb, na sigla em inglês), órgão regulador encarregado de revisar as normas do Padrão de Combustíveis de Baixo Carbono (LCFS), divulgou a proposta para as novas regras. Algumas dessas alterações não foram bem digeridas pela Unica.
Atualmente, 38 usinas brasileiras, de 18 grupos, estão autorizadas a enviar etanol à Califórnia. No estado norte-americano, o biocombustível de cana do Brasil é considerado uma das vias de conformidade mais rentáveis para as usinas, proporcionando um prêmio sobre as importações devido à baixa pegada de carbono.
As mudanças propostas são significativas e devem mudar sensivelmente — para melhor em alguns pontos e para pior em outros — o número da pegada de carbono de cada usina, assim como todo o processo para comprovação das emissões.
Conheça as principais alterações que afetam a exportação brasileira de etanol e as críticas das usinas as medidas do Carb.
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