Companhia explica que fatores climáticos e incêndios afetaram seus resultados
Um período “muito desafiador”. É assim que a diretoria da Santa Adélia define a safra 2024/25 em seu relatório de resultados. Os executivos da companhia relatam que o ciclo teve uma soma de fatores ruins, incluindo uma seca prolongada que afetou as operações e a produtividade dos canaviais.
Neste contexto, a companhia também foi atingida pelos incêndios registrados em agosto. A diretoria da sucroenergética relata que as queimadas destruíram em especial as lavouras da unidade localizada em Pereira Barreto (SP). Segundo o documento, foram impactados 9,85 mil hectares de canaviais não colhidos e 6,1 mil hectares de áreas de soqueira.
A ação principal da Santa Adélia foi priorizar a moagem da cana-de-açúcar queimada. As brigadas de incêndio da própria companhia atuaram no combate às chamas e na minimização dos danos, sem nenhuma vítima. E, para evitar impactos mais relevantes para as próximas temporadas, a companhia investiu R$ 2,8 milhões em tratos culturais complementares.
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