A Novozymes, principal fornecedora mundial de enzimas para usinas de etanol celulósico, vai ampliar sua influência junto às pioneiras da segunda geração no Brasil. A companhia de biotecnologia, que tem origem dinamarquesa, está perto de incluir no portfólio sua primeira levedura geneticamente modificada autorizada em solo tupiniquim para a produção de etanol.
Fornecedora de enzimas para clientes que estão na vanguarda da indústria 2G, como Poet, Beta Renewables, GranBio e Raízen, a companhia pode agora disputar o espaço em mais uma etapa do etanol celulósico, a fermentação.
No país, a transgenia com leveduras para a produção do renovável foi desbravada pela GranBio, que já liberou a comercialização de duas variedades, a primeira produzida pela holandesa DSM e internalizada pela brasileira, e a segunda desenvolvida pela própria GranBio para uso específico com a biomassa de cana.
A levedura feita pela Novozymes foi desenvolvida sob encomenda de um cliente brasileiro. Veja os detalhes a seguir.
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR