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Usina estima investimento de R$ 175 milhões para cogeração

Usina-SANTA-HELENA-ms-240214Projeto da sucroalcooleira sul-mato-grossense, de 45 MW de potência para comercialização, foi contratado no Leilão A-5 de agosto de 2013
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A entrada da Energética Santa Helena no mercado de comercialização de energia irá requerer um investimento inicialmente estimado em R$ 175 milhões.

A empresa possui apenas uma usina, no município de Nova Andradina, Mato Grosso do Sul, com produção de etanol anidro e hidratado. O projeto de cogeração da unidade foi contratado durante o leilão A-5 de agosto de 2013 e vai elevar a potência instalada para 55 MW, dos 10 MW atuais.

Confira a seguir os detalhes do projeto que recebeu hoje aprovação do MME.

A entrada da Energética Santa Helena no mercado de comercialização de energia irá requerer um investimento inicialmente estimado em R$ 175 milhões. A empresa possui apenas uma usina, no município de Nova Andradina, Mato Grosso do Sul, com produção de etanol anidro e hidratado. O projeto de cogeração da unidade foi contratado durante o leilão A-5 de agosto de 2013 e vai elevar a potência instalada para 55 MW, dos 10 MW atuais.

A autorização para a ampliação foi publicada nesta segunda-feira (24) pelo Ministério de Minas e Energia (MME) no Diário Oficial da União. A atual potência da unidade termelétrica (UTE) Santa Helena deve ser desativada e substituída por duas unidades geradoras novas, uma de 35 MW e outra de 20 MW, que vão exportar a maior parte da energia. Ao todo serão 55 MW de potência instalada e 19 MW médios de garantia física de energia.

Atualmente toda a energia cogerada pela usina é destinada à autoprodução. O diretor da Energética Santa Helena, Bruno Coutinho, explica que o projeto está em fase de detalhamento e que ainda não há definição quanto ao início da instalação, nem valor exato do investimento, mas que este é previsto em R$ 175 milhões.

O contrato celebrado no leilão para fornecimento a partir de 2018 prevê uma potência nova de 45 MW e investimento de R$ 165 milhões, com garantia física de 15,2 MW médios. O projeto foi contratado por um preço de R$ 132,81 MW/h, sendo a receita fixa anual de R$ 17,8 milhões. Os números autorizados pelo MME, que ultrapassam esses valores, se justificam pela substituição da unidade de original 10 MW, voltada ao consumo próprio da usina, que será descomissionada.

O início da operação comercial precisa acontecer até 29 de outubro de 2017. Conforme a autorização do MME, o cronograma deve seguir os prazos limite de 1º de outubro de 2014 para obtenção da licença de instalação; 1º de novembro de 2015 para o início das obras civis das estruturas; 1º de agosto de 2016 para o início das obras do sistema de transmissão de interesse restrito; 1º de outubro de 2016 para o início da montagem eletromecânica das unidades geradoras; 30 de setembro de 2017 para a conclusão da montagem eletromecânica; 2 de outubro de 2017 para o início da operação em teste da primeira unidade geradora  e até 9 de outubro de 2017 para a segunda unidade geradora.

Amanda SchArr - NovaCana
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