Após um hiato de novos projetos para produção de etanol de cana-de-açúcar, unidade localizada em Montes Claros de Goiás recebe autorização para a fabricação de hidratado
Após um hiato de novos projetos para produção de etanol de cana-de-açúcar, unidade localizada em Montes Claros de Goiás recebe autorização para a fabricação de hidratado.
O projeto da planta teve início em 2011, com objetivo de produzir etanol e energia elétrica, e conta com a participação de grupo mineiro que já produz etanol e biodiesel.
Após um hiato de novos projetos para produção de etanol de cana-de-açúcar, a Eber Bioenergia recebeu autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para produzir etanol. A unidade, localizada em Montes Claros de Goiás, poderá agora produzir 400 mil litros de etanol hidratado por dia, segundo a determinação da agência.
A usina goiana é um investimento com participação do grupo mineiro Sada, que conta com uma unidade no norte de Minas Gerais, com capacidade de moer 1,5 milhões de toneladas de cana.
Passando por diversas dificuldades para sair do papel, o projeto da unidade de etanol da Eber Bioenergia teve início em 2011. Em um primeiro momento, o intuito da companhia era produzir etanol e energia elétrica a partir do bagaço de cana, mas a empresa encontrou dificuldades.
Segundo informações oficiais da companhia, fornecidas em 2015, a conclusão das instalações estaria prevista para junho daquele ano após diversos ajustes e vendas de ativos que garantiriam a continuidade do projeto até o ano de 2017.
A companhia também esclareceu à época que não seria possível alcançar a expectativa de moagem de 450 toneladas por hora ou de 2,4 milhões de toneladas por safra. “Já foi definida a redução para 125 toneladas por hora, para chegar a 720 mil toneladas por safra em 2017”, esclarecia o comunicado.
Naquele ano, de acordo com a diretoria da Eber, as operações de plantio se encontravam suspensas até a oficialização do licenciamento da unidade. Não foram oferecidas informações posteriores a respeito do adiamento do início do funcionamento para 2017.
Procurada pelo NovaCana para fornecer mais detalhes sobre as perspectivas para operação da planta e o andamento do projeto, a Eber Bioenergia não deu retorno até o fechamento da nota.
NovaCana