
Jeff Broin entrou para o setor de etanol em 1980, investindo na fazenda da família. Pouco tempo depois, adquiriu uma pequena usina que originaria a Poet
O etanol de segunda geração não vive o seu melhor momento. Apesar disso, os players do mercado encontram um certo alívio ao perceber que as dificuldades são compartilhadas entre todas as grandes empresas que decidiram apostar na larga escala.
Mas isso pode ter mudado com as recentes declarações do CEO da Poet, Jeff Broin. A empresa possui uma usina de etanol celulósico, construída em parceria com a DSM, com o sugestivo nome de Project Liberty.
A usina da Poet/DSM custou US$ 275 milhões e foi projetada para produzir anualmente até 25 milhões de galões [94,6 milhões de litros] do biocombustível a partir da palha e das espigas sem grãos) do milho.
As declarações do CEO da Poet podem ser vistas de duas maneiras opostas, com ceticismo, ou com confiança de que a empresa ultrapassou as maiores dificuldades do pré-tratamento.
As evidências pendem mais para um lado que outro.
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