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Usina de etanol celulósico da Odebrecht Agroindustrial recebe dinheiro para construção

ETH-Bioenergia-odebrecht-agroindustrial-050213Projeto da Odebrecht recebeu recursos financeiros e modelo de negócios deve seguir CTC e Raízen

- NovaCana - 2 min de leitura

A Odebrecht Agroindustrial obteve recursos para a fase inicial do seu projeto destinado à produção de etanol de segunda geração. O mais recente contrato celebrado...

A Odebrecht Agroindustrial obteve recursos para a fase inicial do seu projeto destinado à produção de etanol de segunda geração. O mais recente contrato celebrado com a Financiadora de Estudo e Projetos (Finep), no âmbito do Plano BNDES-FINEP de Apoio à Inovação dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico (Paiss), garante a subvenção de R$ 8,3 milhões e contrapartida de R$ 8,6 milhões.

Os recursos que totalizam R$ 16,9 milhões têm como objetivo a "implantação de uma biorrefinaria pela integração da produção competitiva de etanol celulósico à produção de uma usina altamente eficiente". O início da vigência é 18 de dezembro de 2013, com validade de três anos. O extrato do contrato foi publicado nesta sexta-feira (20) no Diário Oficial da União.

O projeto da Odebrecht deve seguir o mesmo modelo de negócios em que apostam CTC e Raízen, com a construção de unidades 2G integradas a usinas tradicionais. A sinergia entre as plantas poderia minimizar custos e os riscos de investir em uma tecnologia ainda em fase inicial.

Parcerias

A Odebrecht possui parceiras para desenvolver o etanol de segunda geração, uma delas no âmbito do Paiss com o consórcio formado junto com VTT Brasil e Metso. Em junho, a VTT Brasil, braço de um instituto de pesquisa finlandês, também foi contemplada pelo plano e fechou um contrato de R$ 13,7 milhões com a Finep, sendo quase R$ 10 milhões de aportes não reembolsáveis pela financiadora e o restante de contrapartida da empresa.

Segundo informações do Valor Econômico, [[[http://www.novacana.com/n/etanol/2-geracao-celulose/odebrecht-etanol-celulosico-escala-comercial-2016-200913/]]] em outubro a Odebrecht Agroindustrial finalizou sua segunda etapa de testes em parceria com a dinamarquesa Inbicon, que recebeu e processou bagaço de cana brasileiro em sua planta de demonstração.

O plano da sucroalcooleira é produzir o etanol 2G comercialmente em 2016, iniciando com uma unidade com capacidade de produção de 80 milhões de litros de etanol.

Amanda SchArr – NovaCana

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