Usina Açucareira Ester, com uma unidade produtiva em Cosmópolis (SP), apresentou o balanço financeiro referente ao exercício encerrado em 31 de março de 2016, que reflete as atividades da safra 2015/16
A Usina Açucareira Ester, com uma unidade produtiva em Cosmópolis (SP), apresentou o balanço financeiro referente ao exercício encerrado em 31 de março de 2016, que reflete as atividades da safra 2015/16.
De acordo com as demonstrações financeiras da empresa, a Usina Ester registrou prejuízo líquido de R$ 21,23 milhões. As perdas são 135% maiores do que as contraídas na safra anterior (2014/15), quando a usina apresentou prejuízo de R$ 9,02 milhões.
A Usina Açucareira Ester, com uma unidade produtiva em Cosmópolis (SP), apresentou o balanço financeiro referente ao exercício encerrado em 31 de março de 2016, que reflete as atividades da safra 2015/16.
De acordo com as demonstrações financeiras da empresa, a Usina Ester registrou prejuízo líquido de R$ 21,23 milhões. As perdas são 135% maiores do que as contraídas na safra anterior (2014/15), quando a usina apresentou prejuízo de R$ 9,02 milhões.

Apesar do resultado, a receita operacional líquida, na mesma comparação, teve um incremento de 25%, indo para R$ 253,8 milhões. O resultado foi impactado, além de outros fatores, pelos custos de venda dos produtos que tiveram alta superior, de 29%, resultando em despesas de R$ 219 milhões.

Entre os aspectos que também prejudicaram os saldos do ano-safra estão ainda as despesas financeiras. Nesse aspecto, a Usina Ester registrou um crescimento de 43%, chegando a R$ 76 milhões de reais.

Endividamento
Os débitos totais com empréstimos e financiamentos da empresa recuaram 27% em 2015/16 na comparação com a safra 2014/15. Com isso, as dívidas dentro dessa categoria caíram de um total de R$ 319,5 milhões ao final do período anterior para R$ 230,3 milhões em 31 de março de 2016.

Contudo, o perfil da dívida se caracteriza pela maior parte dos financiamentos concentrados no curto prazo. Isso representa cerca de R$ 119,32 milhões da dívida e o equivalente a 51% do total dos débitos.
Já a categoria de dívidas a vencer no longo prazo (em mais de um ano) somam R$ 111 milhões.
Marina Gallucci – NovaCana