Apesar da crise do setor sucroenergético e das incertezas que ainda rondam o mercado, dois dos principais grupos do ramo estão investindo pesado para ampliar a capacidade de produção de suas usinas. São valores que, combinados, chegam perto de R$ 1 bilhão.
No início do mês, o portal novaCana.com noticiou o investimento de R$ 675 para ampliação de duas usinas da Raízen, mas a apostadora mais surpreendente é a Odebrecht Agroindustrial (ODB Agro), grupo que amarga quatro prejuízos em cinco safras, sendo que o mais recente, em 2014/15, atingiu um valor negativo de R$ 1,2 bilhão. Além disso, no fechamento do mesmo exercício as dívidas da companhia somavam R$ 13,5 bilhões.
É nesse contexto deficitário e com diretrizes internas para a redução de investimentos que a ODB Agro recebeu a autorização do órgão regulador para operar a capacidade ampliada de uma de suas usinas, em que investiu cerca de R$ 300 milhões, elevando a moagem para 3,5 milhões de toneladas.
Esta foi a segunda usina da companhia ampliada neste ano e autorizada a operar com nova capacidade de produção de etanol.
A seguir, os detalhes sobre a nova capacidade de produção de etanol da mais recente ampliação da ODB Agro.
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