Tudo pronto para o início da terceira safra agrícola da Usina Aliança. A meta dos diretores e acionistas da indústria é processar 800 mil toneladas de cana-de-açúcar. O volume é 91% maior em relação à primeira safra, ocorrida em 2021.
No último dia 16 de março, aconteceu um culto ecumênico pelo início de mais uma safra agrícola da Aliança, que tem seu parque industrial montado em Penápolis (SP). Após a cerimônia, houve falas de diretores e homenagens para colaboradores que se destacaram na temporada anterior.
A unidade, que representa a reativação da usina Everest após mais de uma década, foi assumida em 2018 pelo empresário Roberto Sodré Egreja e mais 18 sócios. De acordo com Egreja, que lidera o grupo empresarial proprietário da Aliança, a usina produz açúcar e está projetando para breve a fabricação de etanol. Embora ainda não conste entre as companhias acompanhadas pelo Ministério da Agricultura, a usina está presente no acompanhamento de obras da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O diretor da usina, Armando Egreja, destacou os laços de confiança com fornecedores, lembrando que muitas famílias dependem do sucesso da indústria. “Do maior ao menor, todos são importantes. Primamos por pilares de valores, onde todos os contratos firmados com nossos fornecedores serão cumpridos. Isso representa segurança nesta relação”, afirmou.
Entre as autoridades convidadas estava o prefeito de Penápolis, Caique Rossi. Ele enalteceu a importância do setor sucroenergético para a economia regional e lembrou que a geração de empregos tem refletido em saldos positivos no balanço anual do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. A usina emprega ao menos 200 colaboradores diretos, nas diversas áreas de produção.
Gilson Ramos