Os dois órgãos mais importantes e influentes do setor energético estadunidense, a Administração de Informação de Energia (EIA) e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) fizeram projeções em relação à produção e ao consumo de etanol. Como os Estados Unidos são os maiores produtores de etanol do mundo, as estimativas têm grande impacto para o setor, principalmente para o Brasil, que é o segundo maior produtor de etanol do mundo e um dos principais destinos para as exportações dos EUA.
Enquanto a EIA trabalha com previsões para os próximos dois anos, o USDA faz uma projeção da produção até 2027. O estudo aborda a disponibilidade de milho – principal matéria-prima para o etanol no país – e a possibilidade do uso do cereal para a fabricação de outros produtos.
A EIA faz essas previsões de olho no mercado energético dos EUA, o equivalente ao que o Ministério de Minas e Energia (MME) faz aqui no Brasil. Já o USDA tem um olhar mais voltado para o mercado agrícola, a exemplo do que faz o Ministério da Agricultura (Mapa) no Brasil.
O resultado dessas previsões, as diferenças entre elas e as explicações das duas instituições estão apresentados a seguir.
E mais: os principais produtores, exportadores e importadores de etanol do mundo nos próximos 10 anos.
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