Reportagem publicada ontem pelo portal novaCana informou que o debate em torno do aumento da mistura de etanol para 27,5% enfrenta resistência de pelo menos três instituições, Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Apesar dos inúmeros benefícios da maior utilização de etanol, o governo avalia o peso que dará ao aumento de algumas emissões como o óxido de nitrogênio (NOx) e os aldeídos (CHO).
Nota enviada pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) afirma que a “não tem conhecimento de qualquer manifestação oficial de Cetesb, ou de qualquer outro órgão ambiental, de caráter negativo que possa estar causando dificuldades para a aprovação da mistura de gasolina com 27,5% de etanol”.
A entidade que representa os produtores de etanol lembrou ainda que a comissão coordenada pelo MME que discute o assunto não conta com a participação do MMA, Ibama e Cetesb.
Ainda assim a Unica afirmou que “o Governo Federal está avaliando os resultados dos testes realizados com equilíbrio e rigor técnico e os impactos de interesse ambiental se enquadram nesse contexto”.
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