Com uso extensivo de vinhaça localizada e outras ações voltadas para a nutrição do solo, companhia registrou boa produtividade mesmo em áreas de sexto corte
Com duas usinas de cana-de-açúcar, localizadas em Paraíso (SP) e em Ubarana (SP), a Tietê Agroindustrial está com um “doce” problema para a próxima entressafra. Devido à aplicação de vinhaça localizada e à atenção dada à formação de raízes pelas plantas, os canaviais da companhia estão mais longevos – consequentemente, a escolha pelas áreas a serem reformadas está mais difícil.
As informações foram apresentadas pelo supervisor de planejamento e desenvolvimento agronômico da Tietê Agroindustrial, Eduardo Pereira de Souza, durante evento sobre manejo realizado pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) na quinta-feira, 30.
“Acho que estamos um pouco na contramão do setor. Vamos ter dificuldade de encontrar área para reformar no primeiro semestre”, afirma. Ele explica que uma área que estava com potencial de reforma apresentou uma “resposta muito grande” de longevidade, o que impacta na tomada de decisão da companhia. “Nós trabalhamos com o menor custo”, acrescenta.
Conteúdo exclusivo para assinantes
Assine o NovaCana para ter acesso completo a todas as notícias, análises e relatórios do setor.
Assine agoraJá é assinante? Entrar