Em contraste com previsões de quebra de safra no centro-sul que vão de 5% a 10%, a controladora francesa de sete usinas brasileiras está otimista e prevê evolução na moagem e ganho de eficiênciaDepois de registrar um incremento de 8% na moagem de cana-de-açúcar da safra 2013/14, encerrada em março, a francesa Tereos que controla a Guarani, empresa detentora de sete usinas no estado de São Paulo, pretende continuar avançado no ciclo atual. Apesar de previsões adversas, que estimam uma quebra de safra de 5 a 10% em razão da estiagem, a companhia acredita que possa moer 4% mais cana na safra 2014/15, atingindo aproximadamente 20,5 milhões de toneladas.
As perspectivas reveladas indicam que a empresa continua embalada por otimismo acima da média do mercado.
Depois de registrar um incremento de 8% na moagem de cana-de-açúcar da safra 2013/14, encerrada em março, a francesa Tereos que controla a Guarani, empresa detentora de sete usinas no estado de São Paulo, pretende continuar avançado no ciclo atual. Apesar de previsões adversas, que estimam uma quebra de safra de 5 a 10% em razão da estiagem, a companhia acredita que possa moer 4% mais cana na safra 2014/15, atingindo aproximadamente 20,5 milhões de toneladas.
As perspectivas reveladas indicam que a empresa continua embalada por otimismo acima da média do mercado. Em fevereiro um dos executivos da Guarani refutou a ideia de que o ciclo de expansão em cana tenha terminado.
Se realizar a previsão de moagem, a Guarani pode aumentar ainda mais sua margem de lucro dada a diluição dos custos em razão de melhores taxas de utilização da capacidade instalada. A capacidade de processamento da empresa é de 23 milhões de toneladas de cana por safra.
Além disso é esperada uma melhora de desempenho com a continuação de um programa de ganho de eficiência batizado de "Guarani 2016", que combinado ao aumento da moagem, deve reduzir adicionalmente o custo unitário.
Outra área com expectativa de evolução é a bioeletricidade. Com um aumento de 26,2% na receita líquida de cogeração pela venda de energia excedente de 711 GWh na safra 2013/14, a previsão é que a comercialização de energia deve aumentar novamente no ciclo atual com o início das operações da unidade Tanabi.
A companhia também acredita que com o programa de investimento plurianual no Brasil, o nível de investimentos no ano deve ser reduzido, eliminando mais gastos.
O grupo francês detém 60,4% das ações da Guarani e a Petrobras Biocombustível tem participação de 39,6%.
Amanda SchArr – NovaCana
As perspectivas reveladas indicam que a empresa continua embalada por otimismo acima da média do mercado.
Depois de registrar um incremento de 8% na moagem de cana-de-açúcar da safra 2013/14, encerrada em março, a francesa Tereos que controla a Guarani, empresa detentora de sete usinas no estado de São Paulo, pretende continuar avançado no ciclo atual. Apesar de previsões adversas, que estimam uma quebra de safra de 5 a 10% em razão da estiagem, a companhia acredita que possa moer 4% mais cana na safra 2014/15, atingindo aproximadamente 20,5 milhões de toneladas.
As perspectivas reveladas indicam que a empresa continua embalada por otimismo acima da média do mercado. Em fevereiro um dos executivos da Guarani refutou a ideia de que o ciclo de expansão em cana tenha terminado.
Se realizar a previsão de moagem, a Guarani pode aumentar ainda mais sua margem de lucro dada a diluição dos custos em razão de melhores taxas de utilização da capacidade instalada. A capacidade de processamento da empresa é de 23 milhões de toneladas de cana por safra.
Além disso é esperada uma melhora de desempenho com a continuação de um programa de ganho de eficiência batizado de "Guarani 2016", que combinado ao aumento da moagem, deve reduzir adicionalmente o custo unitário.
Outra área com expectativa de evolução é a bioeletricidade. Com um aumento de 26,2% na receita líquida de cogeração pela venda de energia excedente de 711 GWh na safra 2013/14, a previsão é que a comercialização de energia deve aumentar novamente no ciclo atual com o início das operações da unidade Tanabi.
A companhia também acredita que com o programa de investimento plurianual no Brasil, o nível de investimentos no ano deve ser reduzido, eliminando mais gastos.
O grupo francês detém 60,4% das ações da Guarani e a Petrobras Biocombustível tem participação de 39,6%.
Amanda SchArr – NovaCana