Indo além do uso da inteligência artificial para a coleta de dados ou de forma embarcada em soluções de mercado, a área de tecnologia da informação (TI) da Tereos do Brasil avança para usar a ferramenta como um “copiloto” da jornada da companhia. O foco tem sido no apoio às áreas do negócio, especialmente com qualificação dos dados e suporte à operação.
Em uma jornada que começou em 2017, o gerente executivo de TI da sucroenergética, Rodrigo Audi, relata que as operações brasileiras estão mais avançadas do que as em países europeus, especialmente na parte agrícola. “Estamos exportando serviço. As áreas de tecnologia da Tereos no Brasil estão prestando serviço também para o grupo”, declara.
Ele ainda completa que há um comitê de dados na companhia e que a ala de inteligência artificial é liderada pelo Brasil. “Eu represento a equipe de tecnologia da informação, mas atuamos em um comitê interno formado pelas tecnologias industrial, agrícola e de informação. Também temos uma equipe específica para dados”, explica.
Como muitas informações são sensíveis, a empresa ainda classifica os materiais em três diferentes níveis. O nível A agrega os mais importantes e que são relevantes para as decisões executivas dos comitês. O nível B reúne as informações gerenciais ou departamentais, enquanto o C fica para análises menores e individuais.
“Fazemos a separação e, quanto maior a maturidade do dado, conferimos mais governança e segurança a ele”, explica.
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