Mesmo em um cenário de eletrificação do transporte, as usinas de cana-de-açúcar devem continuar a atuar com biocombustíveis. Segundo o professor Julio Romano Meneghini, da Universidade de São Paulo (USP), as oportunidades estão nos “combustíveis verdes do futuro”, como hidrogênio, metanol e amônia.
“Nós estamos montando um grande polo de hidrogênio sustentável e combustíveis do futuro, que eu espero que seja sediado na USP e tenha em outras universidades”, anuncia ele, durante apresentação na 23ª Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol.
“O ministro [da Fazenda] Fernando Haddad se comprometeu com um investimento por volta de R$ 1 bilhão, nos próximos cinco anos, para que nós tenhamos o hidrogênio do poço à roda, no valor de R$ 8 o quilo até 2028. É uma meta que estamos colocando”, complementa o professor, que atua como diretor científico do Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI).
Para as sucroenergéticas, Meneghini afirma que o alcance a novos mercados pode ser ampliado com uma maior descarbonização do setor. Segundo ele, a adoção de tecnologias de ponta pode ajudar a eliminar o diesel do processo de produção, reduzindo uma parte substancial das emissões de carbono.
Saiba mais no texto completo (exclusivo para assinantes NovaCana).
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR