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Setor sucroenergético tem sete térmicas à biomassa habilitadas para o Leilão A-3

bioeletrcidade linhasTotalizando 266 MW de oferta, UTEs movidas a bagaço de cana estão localizadas em São Paulo e Minas Gerais
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A bioeletricidade proveniente do bagaço de cana é a categoria com participação menos expressiva no Leilão A-3 a ser realizado na próxima segunda-feira (18). Dos 10.460 megawatts (MW) de capacidade instalada oferecida por 381 os empreendimentos, apenas sete termelétricas à biomassa foram habilitadas pela Empresa de Pesquisa Energética. Juntos os projetos de bioeletricidade somam 266 MW.

Confira a seguir a lista com as dez térmicas à biomassa cadastradas - com a potência total de cada uma - das quais sete foram selecionadas para o leilão que abastecerá o mercado em 2016.

A bioeletricidade proveniente do bagaço de cana é a categoria com participação menos expressiva no Leilão A-3 a ser realizado na próxima segunda-feira (18). Dos 10.460 megawatts (MW) de capacidade instalada oferecida por 381 os empreendimentos, apenas sete usinas termelétricas (UTE) à biomassa foram habilitadas pela Empresa de Pesquisa Energética. Juntos os projetos de bioeletricidade somam 266 MW. No extremo oposto, a energia eólica responde por quase 88% da potência oferecida, com 381 projetos.

Há duas semanas a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia publicou no Diário Oficial da União a lista dos empreendimentos cadastrados para o certame e suas respectivas garantias físicas. No rol, havia dez térmicas à biomassa, sendo duas de Minas Gerais e oito de São Paulo. Entretanto, apenas sete projetos sucroenergéticos foram habilitados: os dois mineiros, que ofertam 70 MW, e cinco paulistas, com potência de 196 MW. A relação das empresas habilitadas não foi revelada.

O leilão A-3 visa à contratação de eletricidade para abastecer o mercado consumidor do país em 2016. O preço inicial do certame será de R$ 126 por MWh, bem abaixo do teto do leilão A-5, realizado no final de agosto, que era de R$ 140,00. Na modalidade por disponibilidade, caso das unidades à biomassa, o prazo dos contratos é de vinte anos.

No dia 18 de novembro o andamento do leilão poderá ser acompanhado em tempo real no site da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

Lista
Clique na imagem abaixo para conferir as dez térmicas à biomassa cadastradas, das quais sete foram habilitadas para o leilão.

cadastradas A-3 2013.fw

Amanda SchArr - NovaCana
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