A proposta do novo plano energético nacional da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), organização pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia, aposta que o etanol voltará a ser competitivo graças à premissa de que haverá alterações na tributação do biocombustível.
Esta situação, aliada à redução nos custos de produção, desencadeará dois novos ciclos de expansão nos próximos dez anos. A EPE acredita que o setor sucroenergético verá alterações em diversos indicadores chave que alavancarão o desenvolvimento dessa indústria no Brasil.
Veja a seguir os detalhes da visão da EPE em relação ao impacto das novas tecnologias de fermentação, a evolução da eficiência no aproveitamento do ATR, como se comportará o ATR por tonelada de cana, o índice de renovação dos canaviais e a instalação de novas usinas nesses dois períodos.
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