Não é novidade para os agentes do mercado que os investimentos do setor sucroalcooleiro encolheram significativamente nos últimos anos. Junto com a crise financeira mundial em 2008, a indústria da cana-de-açúcar viu o fim do surgimento de novas usinas. A situação foi em seguida agravada por um período de adversidades climáticas e políticas desfavoráveis ao setor.
Os números comprovam o cenário de retração e o exemplo mais evidente do retrocesso está na evolução da moagem de cana-de-açúcar no Brasil. Na região Centro-Sul, entre 2001 e 2009, o crescimento médio chegou a 10% ao ano. Nos dois anos subsequentes houve uma discreta evolução seguida de um recrudescimento dos índices, que persiste até o momento.
A estagnação da produção foi sentida fortemente pelo setor industrial. Com dezenas de usinas deixando de funcionar, o quadro só não foi pior porque algumas empresas continuaram os projetos de novas usinas iniciados antes da crise.
O portal novaCana.com foi atrás para tentar entender o impacto e a gravidade desta situação no longo prazo para o Brasil. Confira abaixo:
- Pode haver um choque de oferta em alguns anos?
- O risco no longo prazo para o setor
- O impacto da alavancagem na saúde financeira das usinas
- A evolução das usinas inauguradas e as que fecharam as portas
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