Etanol: Mercado: Regulação

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Sem interesse do setor por mercado de futuros, CBios podem passar por “tokenização”

Santander está desenvolvendo “Pix do CBio”, mas avalia que preços estáveis e revisões nas metas do RenovaBio diminuem os estímulos à produção de biocombustíveis


NovaCana - Publicado: 02 Abr 2025 - 09:30

Enquanto a esfera federal discute como serão aplicadas as novas penalidades vinculadas ao RenovaBio, outros agentes do mercado consideram que é relevante manter ativas algumas discussões antigas do programa. Uma delas é a redução das metas de descarbonização.

Para o ciclo 2025, por exemplo, o Ministério de Minas e Energia (MME) propôs um objetivo de 40,39 milhões de CBios, que foi aceito pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Esse montante é 5,1% menor ante os 42,56 milhões de CBios aprovados um ano antes e está 44,9% aquém da perspectiva inicial do programa para 2025, estabelecida em 2019, de 73,3 milhões de créditos.

“As metas precisavam ser alteradas? Qual seria o impacto? De fato, teríamos ausência de CBios por alguns períodos?”, questiona a líder sênior da rede agro corporate do Santander Brasil, Caroline Perestrelo, durante evento da Datagro em Ribeirão Preto (SP). “Tanto no ano de 2024 quanto em 2025, temos um volume significativo de modificação”, aponta.

Conforme o acompanhamento do banco, até o momento do levantamento, houve a geração de 166,48 milhões de CBios. Além disso, para o período de 2020 a 2025, a meta antes das revisões mais recentes totalizaria 166,02 milhões de créditos, mas o objetivo passou a ser de 160,62 milhões – uma retração de 3,3% ou 5,4 milhões de títulos.

Para saber mais sobre as perspectivas do Santander para o mercado de CBios e o programa RenovaBio, acesse o texto completo (exclusivo para assinantes NovaCana).


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