O segundo superávit global consecutivo não é um segredo para o setor de açúcar – como bem sabem os negociadores, que mantêm os preços baixos, em torno de 12 centavos de dólar por libra-peso, na bolsa de Nova York.
Em seu relatório anterior, o banco holandês Rabobank havia estimado o excesso de oferta global do adoçante em 7,6 milhões de toneladas para a temporada 2017/18 (outubro a setembro). A questão é que as safras tailandesa e indiana se provaram ainda maiores do que o esperado.
Assim, o saldo do açúcar para 2017/18 é previsto em 10,5 milhões de toneladas, quase 3 milhões a mais do que o anterior. A causa da elevação é quase exclusiva das revisões para cima feitas nas produções da Índia e da Tailândia.
Para a próxima safra, 2018/19 que inicia em outubro, a previsão de superávit é de 5 milhões de toneladas – há três meses, a estimativa do banco era de 4,4 milhões de toneladas.
Ainda assim, o aumento do mix de etanol no Brasil pode ser uma “influência estabilizadora” para as previsões, de acordo com o banco holandês.
Na reportagem completa, confira a análise do Rabobank quanto às perspectivas de preço, produção, oferta e consumo de açúcar, no Brasil e no mundo.
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